- O medo da Rússia impulsiona a construção de abrigos e infraestrutura de defesa civil na Polônia, com a meta de ampliar a proteção da população.
- Hoje, menos de um por cento da população polonesa tem acesso a abrigo de emergência, levando o país a acelerar a reconstrução de sua defesa civil.
- Em Bielany, subúrbio norte de Varsóvia, fica um dos abrigos da era da Guerra Fria, mantido e ocasionalmente aberto ao público.
- O abrigo, erguido em mil novecentos e cinquenta e nove, tem paredes de três metros de espessura e funcionava como centro de coordenação para defesa civil em caso de ataque nuclear, químico ou biológico.
- Suas áreas contêm manequins com roupas originais de biohazard e mapas da era socialista que mostram aeronaves da OTAN capazes de atingir alvos do Pacto de Varsóvia e as áreas de raio de explosão.
O medo da Rússia impulsiona a construção de abrigos na Polônia. O país busca reconstruir infraestrutura de defesa civil negligenciada desde a Guerra Fria, com menos de 1% da população tendo acesso a abrigo de emergência.
Em Varsóvia, no subúrbio de Bielany, um dos abrigos da época recebe manutenção e, às vezes, é aberto ao público. O conjunto foi erigido em 1959 com paredes de concreto de 3 metros de espessura, e funcionava como centro de coordenação de defesa civil em caso de ataque nuclear, químico ou biológico.
As áreas do abrigo hoje abrigam manequins vestindo roupas originais de biossegurança. Cartas da era socialista cobrem as paredes, ilustrando aeronaves nucleares da OTAN e a zona de explosão hipotética caso atingissem alvos do Pacto de Varsóvia.
Detalhes do abrigo e uso atual
Os relatos indicam que o espaço permanece como referência histórica e educativa sobre a defesa civil da época, sem uso ativo como abrigo moderno. O governo local avalia alternativas para ampliar a proteção da população frente a riscos atuais.
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