- Desde 3 de janeiro, após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro por forças especiais dos EUA e o ataque ao Irã, Washington tem alertado que Cuba seria o próximo alvo.
- Sob bloqueio econômico imposto pelos EUA, a ilha recebeu praticamente nenhum combustível em 2026.
- Em 13 de maio, o ministro de energia cubano disse que o país ficou completamente sem diesel e óleo combustível necessários para manter as usinas elétricas.
- A falta de combustível compromete o funcionamento da rede elétrica cubana.
- A situação intensifica o desafio de Cuba diante da pressão externa e da escassez de recursos básicos.
O governo dos Estados Unidos intensificou a pressão sobre Cuba após ações no exterior, com Washington destacando possíveis medidas contra a ilha. Observadores dizem que a narrativa norte-americana aponta para desfechos mais duros na relação com Havana.
A Casa Branca não detalhou planos específicos, mas advertiu que Cuba pode ser alvo de novas sanções econômicas. As autoridades cubanas têm resistido publicamente, ressaltando que o bloqueio já foi difícil para o abastecimento interno.
Contexto de abastecimento
Em 2026, o país tem enfrentado severa escassez de combustível sob o bloqueio dos EUA. A situação impacta principalmente as operações de geração de energia e o funcionamento de serviços públicos.
Em 13 de maio, o ministro da Energia cubano afirmou que o país esgotou completamente diesel e óleo combustível necessários para manter as usinas elétricas em funcionamento. A declaração amplia a preocupação com a segurança energética do território.
Especialistas analisam que a falta de combustíveis pode agravar tensões sociais e exigir ajustes nas prioridades de consumo e produção. Autoridades oficiais têm mantido o foco na gestão de recursos e na garantia de serviços essenciais.
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