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Putin promete vingança após responsabilizar Kyiv por ataque em Luhansk que matou seis

Putin promete retaliação após atribuir ataque a dormitório em Luhansk; Kiev nega responsabilidade e afirma ter mirado unidade de comando de drones

Rescuers work amid the debris of a destroyed dormitory building of the Starobilsk College of Luhansk Pedagogical University following what Russian-installed authorities called a Ukrainian drone strike.
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  • O presidente russo, Vladimir Putin, disse que a Ucrânia conduziu o ataque com drones a um dormitório estudantil em Starobilsk, Luhansk, causando seis mortes e dezenas de feridos, e prometeu retaliação; Kiev nega e afirma ter atingido uma unidade de comando de drones.
  • Em resposta, o governo ucraniano disse que as operações na sexta-feira “exclusivamente” visaram a máquina de guerra russa, neutralizando uma refinaria de petróleo, depósitos de munição, defesa aérea e centros de comando.
  • O ataque gerou uma sessão de emergência no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, na qual o representante ucraniano rejeitou as acusações russas de crimes de guerra.
  • A Agência Internacional de Energia Atômica informou que autoridades ucranianas alertaram para um incêndio na subestação elétrica Dniprovska, levando ao desligamento parcial de uma usina nuclear.
  • Debris de drones provocaram incêndio em um terminal de petróleo no porto russo de Novorossiysk, ferindo duas pessoas, enquanto Kiev afirmou ter atingido várias instalações de óleo russas em operações recentes.

Vladimir Putin atribuiu a Ucrânia a responsabilidade por um suposto ataque de drones contra um dormitório estudantil em Starobilsk, cidade na região de Luhansk sob controle russo. Segundo o presidente russo, ele ordenou à defesa preparar opções de retaliação após o ataque, que deixou seis mortos e dezenas feridos.

A Ucrânia negou as acusações, afirmando que as ações teriam mirado apenas a máquina de guerra russa. O governo ucraniano sustenta que o alvo foi uma unidade de comando de drones de elite na área. O episódio ocorreu em meio a acusações cruzadas entre Moscou e Kiev.

Putin disse ainda, em discurso transmitido pela TV estatal, que 15 pessoas estavam desaparecidas. Em resposta, o embaixador ucraniano na ONU rejeitou as acusações de crimes de guerra como parte de uma propaganda, destacando que as operações visaram desmantelar a infraestrutura ocupante.

Situação na região de Luhansk

Resgates trabalham entre escombros de um dormitório do Starobilsk College, ligado à Universidade Pedagógica de Luhansk, após o que as autoridades apoiadas pela Rússia classificaram como ataque de drone ucraniano. A região permanece sob controle russo.

Em paralelo, a agência de energia da Ucrânia informou que houve fogo em uma subestação de 750 quilovolts, provocando o desligamento parcial de uma usina nuclear local, com bombeiros tentando debelar o incidente a pedido do operador da rede.

Reações e desdobramentos internacionais

O presidente checo Petr Pavel pediu que a Otan demonstre firmeza frente às provocações russas, sugerindo respostas contundentes. A ideia é reforçar a dissuasão diante de ações na linha de frente leste da aliança.

A Agência Internacional de Energia Atômica confirmou que autoridades ucranianas comunicaram o fogo na subestação e que uma usina nuclear ficou parcialmente desconectada das fontes externas de energia, sob supervisão das equipes de operação.

Ataques e movimentos de força

Danos ocorreram a um terminal de petróleo na região de Novorossiisk, no mar Negro, com dois feridos. O corpo de bombeiros local relatou que destroços provocaram incêndio em estruturas técnicas e administrativas.

Na sexta, Kiev disse ter atingido 11 instalações de petróleo russas, incluindo Kirishi, uma das maiores refinarias. As ações fazem parte de uma série de ataques a infraestrutura econômica russa em território próximo à fronteira.

Contexto político e militar

Milhares de ucranianos saíram às ruas de Kiev para protestar contra um projeto de lei que trata do status de militares ausentes, que pode antecipar a declaração de mortes. Mais de 90 mil pessoas constam como ausentes no registro da Ucrânia.

Nos Estados Unidos, o número de tropas na Europa deve cair, segundo o Secretário de Estado Marco Rubio, citando reorganização de compromissos. O tema surge em meio a debates sobre apoio militar à Ucrânia e a outros aliados no leste europeu.

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