- Milhares de cubanos foram às ruas em Havana em apoio a Raúl Castro, diante da embaixada dos Estados Unidos.
- A manifestação foi liderada pelo presidente Miguel Díaz-Canel e por dirigentes em uniformes militares; Raúl não esteve presente, sendo representado por familiares.
- Os Estados Unidos indiciaram Raúl Castro por homicídio, conspiração e destruição de aeronaves, como parte da pressão sobre Cuba.
- O caso remete ao episódio de 1996, quando dois aviões de uma organização anticastrista foram derrubados perto da costa cubana, deixando mortos.
- Familiares próximos participaram do ato, incluindo a filha Mariela, deputada na Assembleia Nacional, e Alejandro Castro, apontado como figura-chave nas negociações com Washington.
Milhares de cubanos participaram de uma manifestação na frente da embaixada dos Estados Unidos em Havana, apoiando Raúl Castro. O ato ocorreu neste cenário de tensão entre Havana e Washington, com críticas às acusações que chegam aos cubanos.
O governo cubano, liderado por Miguel Díaz-Canel, organizou a mobilização. Representantes de Raúl Castro estiveram presentes por meio de familiares que falaram à imprensa. A praça viu cânticos de apoio ao ex-líder histórico.
Raúl Castro, hoje com 94 anos, não compareceu pessoalmente ao ato, mas foi representado por parentes próximos. Entre eles, a filha Mariela, deputada, que contestou as acusações nos EUA.
Alejandro Castro, filho de Raúl, que atua como figura relevante nas negociações com Washington, também compareceu. Netos do ex-presidente, como Raúl Guillermo Rodríguez Castro, marcaram presença e reforçaram o apoio.
A notícia internacional envolve uma acusação formal dos EUA por homicídio, conspiração e destruição de aeronaves, relacionada a incidentes ocorridos em 1996, quando aeronaves da organização Irmãos pelo Resgate derrubaram voos civis perto da costa cubana.
O contexto envolve ainda medidas dos EUA, como o embargo energético e a presença de porta-aviões no Caribe, além de pressões diplomáticas que persistem desde o reatamento parcial de relações em 2015.
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