- No sábado, 23 de maio, seis ativistas da Flotilha Global Sumud (cinco italianos e um americano residente na Itália) desembarcaram no aeroporto de Fiumicino, em Roma, vindos de Istambul.
- Simona, ativista italiana, afirmou que o grupo teve “sorte” e que as autoridades israelenses foram mais dóceis durante a detenção.
- Ela contou que, em Israel, houve pão e água, mas nada de cobertores, e que passaram a noite ao frio.
- Ilaria Mancosu, de Bolonha, disse ter sido humilhada pelo ministro da Segurança de Israel, Itamar Ben-Gvir, com agressões na presença dele.
- O chanceler francês Jean‑Noël Barrot informou que Ben-Gvir está impedido de entrar na França por comportamento considerado inaceitável com cidadãos franceses e europeus a bordo; a União Europeia avaliaria sanções mediante pedido italiano.
Dois a três parágrafos iniciais
Seis ativistas da Flotilha Global Sumud desembarcaram neste sábado no aeroporto de Fiumicino, em Roma. Cinco são italianos e um americano residente na Itália. Eles foram liberados por autoridades israelenses e encaminhados de Istambul, na Turquia, para a Itália em viagem de retorno.
O grupo já havia sido detido em Israel e, após a detenção, seguiu para Istambul antes de chegar a Roma. Segundo Simona, ativista natural de Bari, as autoridades locais foram mais brandas com eles desta vez, em comparação a episódios anteriores.
Desdobramentos diplomáticos
Entre as testemunhas, o americano Andrew Francisco relatou dias de prisão difíceis. Dario De Palma, de Matera, afirmou ter encontrado sua mãe ao chegar a Roma. Ilaria Mancosu, de Bolonha, descreveu o episódio em que foi alvo de agressões na frente de um ministro israelense.
A ativista descreveu que, durante a detenção, houve agressões que incluíram socos e empurrões; tais relatos geraram críticas de governos estrangeiros, incluindo o gabinete do primeiro-ministro de Israel. França informou que o ministro Ben-Gvir está proibido de entrar no território francês.
Sanções em estudo
A autoridade europeia Kaja Kallas confirmou, em publicação oficial, que a União Europeia analisará medidas para possíveis sanções contra Ben-Gvir. O chanceler italiano Antonio Tajani pediu apuração e possíveis ações com parceiros da UE. O objetivo é avaliar respostas proporcionais a partir dos acontecimentos.
Fonte: informações veiculadas por agências internacionais mencionadas pela equipe de reportagem.
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