- Localizado em Pyongyang, Coreia do Norte, o Ryugyong Hotel tem formato piramidal, com 105 andares e mais de 300 metros de altura.
- A construção começou em 1987 e foi paralisada em 1992 por falta de recursos econômicos e materiais.
- Em 2008, houve retomada com a instalação de painéis de vidro reflexivo; em 2018, milhares de luminárias LED foram adicionadas para transformar a fachada em painel digital.
- O empreendimento nunca recebeu hóspedes pagantes e permanece desocupado, tornando-se cartão-postal de curiosidade internacional.
- Atualmente, funciona como símbolo ideológico para a cidade, com painéis externos exibindo animações e slogans durante celebrações, sem retorno financeiro.
O Ryugyong Hotel é uma megaestruturas de formato piramidal que domina a linha do horizonte de Pyongyang, capital da Coreia do Norte. Com 105 andares e mais de 300 metros de altura, o prédio nasceu na década de 1980 como símbolo de poder econômico, mas nunca recebeu hóspedes pagantes. A obra permanece sem funcionamento há décadas, tornando-se cartão-postal e exemplo extremo de paralisação financeira.
A construção carrega uma história marcada por crises geopolíticas e dificuldades econômicas que atrasaram ou inviabilizaram sua conclusão. Ao longo dos anos, o projeto passou por fases de interrupção, retomadas e adaptações, refletindo a relação entre planejamento estatal e recursos restritos. Hoje, a estrutura continua vazia mesmo com intervenções visíveis na fachada.
O que é o Ryugyong Hotel e onde está localizado
O edifício ergue-se na malha urbana de Pyongyang, na Coreia do Norte. Originalmente concebido para projetar poder econômico e impulsionar o turismo, o projeto traçou uma meta ambiciosa de altura para impressionar investidores globais.
Histórico da construção
As obras tiveram início em 1987, com avanços rápidos até alcançar o topo planejado. Em 1992 houve paralisação total por escassez de aço, cimento e recursos. Em 2008 houve retomada financeira externa para instalar painéis de vidro refletivo.
Avanços e mudanças na fachada
Em 2018, milhares de luminárias LED foram instaladas, transformando parte da fachada em um painel de propaganda tecnológica. Mesmo com esses upgrades, os espaços internos permanecem incompletos e sem uso comercial.
Por que a inauguração não ocorreu
Relatórios técnicos apontam falhas na fundação e deficiências de materiais que levantaram dúvidas sobre a estabilidade de elevadores. O custo de conclusão excedeu as capacidades do governo, contribuindo para a manutenção do prédio como estrutura ociosa.
Situação atual e uso
O projeto é reconhecido como o maior edifício desocupado em termos de volume construído. Mesmo sem operações hoteleiras, o canteiro mantém-se como símbolo de desperdício material e de inércia administrativa.
Função atual do empreendimento
Atualmente, o complexo funciona como ponto simbólico na capital, com painéis externos exibindo animações e mensagens patrióticas durante celebrações noturnas. A estrutura consome energia pública sem gerar retorno financeiro. Visitantes ocidentais autorizados descrevem a proximidade como área de vigilância.
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