- A embaixada do Brasil em Luanda, Angola, registrou a maior alta do auxílio-moradia em 2025 entre postos com mais de 5 milhões de reais no ano.
- Os pagamentos no exterior passaram de 7 milhões de reais em 2024 para 12 milhões de reais em 2025, um crescimento de 71%.
- Além de Luanda, aumento também ocorreu em Buenos Aires, Londres, Pequim e Miami.
- A embaixada em Paris teve queda de 9,9 milhões para 7,7 milhões de reais.
- Em Nova York (ONU) e no consulado-geral de Nova York houve reduções, assim como a delegação da OMC em Genebra.
A Embaixada do Brasil em Luanda, Angola, registrou a maior alta do auxílio-moradia em 2025 entre postos que receberam mais de R$ 5 milhões no ano. O benefício acompanha o custo de vida local e as variações cambiais.
No total, os gastos com auxílio-moradia no exterior passaram de R$ 7 milhões em 2024 para R$ 12 milhões em 2025, aumento de 71%. Entre as maiores altas aparecem as embaixadas de Buenos Aires, Londres, Pequim e Miami.
Já a Embaixada do Brasil em Paris teve queda de R$ 9,9 milhões para R$ 7,7 milhões. Outras reduções ocorreram na Missão Permanente da ONU em Nova York (-11,5%), no consulado-geral na mesma cidade (-12,7%) e na delegação da OMC, em Genebra, (-15,7%).
Contexto do benefício
O auxílio-moradia é pago a funcionários do Itamaraty no exterior desde 2022. Os gastos com o benefício cresceram 15,2% até 2025, em meio a uma variação cambial do dólar média de 8,2% no período.
Como o auxílio é pago em dólar ou na moeda local, os valores refletem parcialmente as oscilações cambiais vividas pelos postos no exterior. O objetivo é manter condições compatíveis com o custo de vida nas cidades-sede.
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