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Sete ativistas de flotilha detidos em Israel retornam ao Reino Unido

Sete ativistas da Global Sumud Flotilla retornam ao Reino Unido após deportação; relatos de tortura e abuso são negados por Israel

BBC Activists from the floatilla after returning to the United Kingdom
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  • Sete ativistas da Global Sumud Flotilla retornaram ao Reino Unido após serem deportados, chegando a Londres Stansted via Turquia no sábado.
  • A flotilha, que buscava romper o bloqueio marítimo a Gaza, envolveu mais de quatrocentas pessoas em atividades de envio de comida e ajuda médica.
  • Segundo a BBC, testemunhas relataram tortura e abuso nos dois dias de interceptação, em barcos israelenses e em prisões; autoridades israelenses negam abusos graves.
  • O governo de Israel diz que as ordens visam tratamento respeitoso aos participantes e que não houve desvios conhecidos de procedimentos; organizadores e alguns participantes alegaram casos de agressões e abuso sexual, sem verificação independente pela BBC.
  • Detidos foram transferidos para navios israelenses e levados a uma prisão em Ashdod; alguns relatos incluem ferimentos e dificuldades de acesso a atendimento médico.

Seis ativistas da Global Sumud Flotilla (GSF) e outros envolvidos retornaram ao Reino Unido, após a flotilha para Gaza ter sido interceptada em águas internacionais por forças israelenses e os ocupantes terem sido deportados. O grupo chegou a Londres Stansted neste fim de semana, vindo via Turquia. Mais de 422 pessoas participaram da ação que visava romper o bloqueo marítimo de Gaza e entregar ajuda humanitária.

Os activistas foram transferidos para navios israelenses e encaminhados a uma prisão em território israelense após chegarem ao porto de Ashdod. A operação fez parte de uma ofensiva que envolveu dezenas de barcos partiram da Turquia na última quinta-feira com uma quantidade simbólica de ajuda.

Testemunhos e posição oficial

Entre os que falaram à imprensa, há relatos de maus-tratos, agressões físicas e abusos sustentados ao longo de dois dias, segundo alguns membros da flotilha. Autores de peças documentais destacaram situações de risco para participantes, enquanto autoridades israelenses contestaram as acusações, afirmando que as forças respeitam o tratamento adequado dos presentes e que relatos de abusos devem ser tratados pelas vias formais.

Katy Davidson, 49, de Cornwall, descreveu constrangimento físico durante a detenção e afirmou que seus pertences foram descartados. Hannah Schafer, 62, instrutora de vela, afirmou que a missão pretendia abrir um corredor humanitário para Gaza e que muitos participantes teriam sido transferidos para dois navios-prisão.

Dáša Raimanová, 44, cineasta, disse ter temido pela segurança da filha e afirmou que a experiência, embora difícil, não pode iguais aos horrores vividos pela população palestina. Elliott Roberts, 34, residente entre Lincoln e Torquay, relatou ter sido levado a um abrigo improvisado, alegando lesões na coluna e a dificuldade de receber atendimento médico.

As autoridades israelenses reiteraram que não houve abuso sexual nem ataques graves conforme descrito por alguns detidos. O IDF informou que suas ordens exigem tratamento respeitoso e que eventuais denúncias são apuradas pelas vias cabíveis.

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