- Sete pessoas ficam presas em caverna alagada no Laos após chuva e deslizamentos bloquearem a entrada, segundo autoridades.
- Os presos são moradores da província central de Xaysomboun que entraram na caverna na quarta-feira em busca de ouro e animais, e não conseguiram sair.
- As equipes de resgate trabalham para bombear a água e navegar por passagens estreitas; alguns trechos medem cerca de 50 cm de largura.
- Diversos especialistas que participaram do resgate de adolescentes presos em uma caverna na Tailândia, em 2018, ajudam no esforço atual.
- Um sobrevivente que escapou alertou as autoridades sobre os demais; até o momento não houve detecção de sinais de vida, mas há ar no interior, segundo a equipe de resgate.
Um grupo de sete moradores foi impedido de sair de uma caverna inundada na capital Lao, Laos, após buscas por ouro e vida selvagem. Os barramentos, provocados pela chuva, fecharam a entrada na região central de Xaysomboun.
Os sete integram um grupo de moradores locais que entraram na caverna na quarta-feira e não conseguiram retornar. A água invade os túneis estreitos, dificultando a passagem dos resgatistas.
Equipes de resgate trabalham para bombear a água e desobstruir trilhas, enquanto exploradores encravados se movem tentando encontrar saída. Não houve confirmação de sobreviventes até o momento.
Diversos especialistas participam do atual esforço, entre eles integrantes de equipes que atuaram no resgate de jovens futebolistas presos na Tailândia em 2018. Eles ajudam com técnicas de mergulho e resgate em cavernas.
A entrada da caverna fica em área de acesso desafiador e passagens são extremamente estreitas, alguns trechos com cerca de 50 cm de largura. Resgatistas descrevem o percurso como complexo e perigoso.
Acredita-se que a sala principal ainda tenha ar, o que aumenta as chances de sobrevivência, segundo equipes de resgate. O objetivo é liberar os sete o mais rápido possível, com medidas de segurança para evitar novos incidentes.
O caso relembra a operação de 2018, que mobilizou mais de 10 mil especialistas de todo o mundo e resultou na saída de 12 jovens e o treinador do futebol. O foco permanece na contenção de água e na passagem segura pelos túneis.
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