- A BYD apresentou na Europa o Dolphin G DM-i, híbrido plug‑in, abrindo novo capítulo na estratégia global da marca.
- O hatch tem cerca de 4,16 metros de comprimento, frente redesenhada e visual distinto do hatch elétrico já comercializado no Brasil.
- Usa a arquitetura híbrida plug‑in Dual Mode (DM‑i), com motor a combustão de 1,5 litros, motor elétrico e potência combinada entre 209 e 212 cv; bateria de 18 kWh.
- A expectativa é entregar mais de 100 km em modo 100% elétrico e autonomia total superior a 1.000 km no ciclo WLTP, competindo com Toyota Yaris Hybrid e Renault Clio E‑Tech.
- No Brasil, a BYD já confirmou o Dolphin híbrido para 2026, com adaptação ao mercado local e possível calibração para combustíveis nacionais.
A BYD apresentou nesta terça-feira, 26, na Europa o Dolphin G DM-i, versão híbrida do hatch, marcando nova fase da estratégia global da marca. O lançamento ocorre no mesmo dia em que o SeaLion 7 chegou ao Brasil, ampliando o portfólio local e internacional.
O Dolphin híbrido foi desenvolvido com foco inicial no mercado europeu, onde a demanda por híbridos plug-in ganha espaço diante da desaceleração dos elétricos puros. A BYD aposta no desempenho elétrico combinando com o motor a combustão para maior flexibilidade de uso.
Visualmente, o Dolphin G DM-i difere do hatch elétrico vendido no Brasil. O modelo mede cerca de 4,16 metros de comprimento, tem dianteira redesenhada e mantém linguagem própria para a versão eletrificada.
Detalhes técnicos
A BYD confirmou a arquitetura DM-i (Dual Mode) para o Dolphin. Trata-se de sistema híbrido plug-in com motor a combustão, motor elétrico e bateria recarregável externamente. A previsão é superar 100 km em modo 100% elétrico e 1.000 km de autonomia total no ciclo WLTP.
Segundo informações oficiais, o conjunto usa o motor 1.5 aspirado a gasolina aliado a um motor elétrico, com potência combinada entre 209 e 212 cv e bateria de 18 kWh. Esses números colocam o veículo entre os mais eficientes da categoria.
Planos para o Brasil
A BYD já sinalizou que o Dolphin híbrido está nos planos para o Brasil ainda em 2026, com adaptação ao mercado local. Há expectativa de calibração para combustíveis compatíveis com a realidade brasileira, seguindo estratégias já utilizadas pela empresa em outros modelos.
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