- Flávio Bolsonaro chegou a Washington e deve ser recebido pelo presidente Donald Trump na tarde desta terça-feira, segundo aliados.
- O próprio Flávio publicou vídeo afirmando que está entrando na Casa Branca e que terá uma “conversa muito bacana”, sem deixar claro com quem.
- A reunião não consta na agenda oficial de Trump para hoje; confirmada pela comitiva de bolsonaristas que acompanha o pré-candidato.
- A pauta ainda não foi divulgada, mas há expectativa de defesa da classificação do PCC e do CV como organizações terroristas.
- A agenda é atribuída a articulações do também deputado Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos e atua junto a setores do governo americano.
Foi confirmado que Flávio Bolsonaro chegou à Casa Branca nesta terça-feira e, segundo aliados, será recebido pelo presidente Donald Trump. Acompanhado por membros da comitiva, o pré-candidato do PL desembarcou em Washington na tarde de segunda, com agenda não integralmente publicada oficialmente.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador afirmou estar entrando na Casa Branca e que em breve anunciará com quem terá a conversa. Textos divulgados pela imprensa destacam que o encontro está mantido, mesmo sem confirmação formal na agenda de Trump para o dia.
A equipe de Flávio descreve a reunião como estratégica para o Brasil, enquanto a comitiva inclui o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o blogueiro Paulo Figueiredo. A deputada Gil Diniz, que integra o grupo no exterior, disse que assessores noticiaram a confirmação do encontro.
Detalhes da agenda e participantes
A pauta específica do encontro não foi divulgada. Há expectativa de que o tema inclua posições sobre o enquadramento de organizações consideradas terroristas por parte do Brasil, como PCC e Comando Vermelho, segundo relatos de aliados. A ideia é explorar apoio político e de segurança entre os dois países.
O grupo político que acompanha Flávio reuniu-se com várias figuras do PL em território americano. Pares do partido, como Paulo Mansur, Cristiano Caporezzo e Leandro de Jesus, também integram a comitiva. A agenda inclui ainda uma entrevista coletiva prevista para ocorrer após o encontro na Casa Branca.
Fontes ligadas ao pré-candidato indicam que a viagem busca ampliar a visibilidade internacional da campanha. Há preocupação com vazamentos que possam levar ao adiamento de compromissos ou ao cancelamento de atividades, especialmente diante de compromissos recentes de Trump com questões internacionais.
A articulação por trás da agenda envolve Eduardo Bolsonaro, que vive nos EUA há meses e tem ligações com setores do trumpismo. Paineis de apoio e assessorias do PL trabalham para que o roteiro seja mantido, com a expectativa de que uma foto pública entre Flávio Bolsonaro e Trump possa reforçar a posição do candidato.
A visita ocorre em meio a tensões políticas no Brasil, incluindo investigações envolvendo membros do entorno do senador. O objetivo declarado é manter o foco em iniciativas de cooperação entre o Brasil e os Estados Unidos, sem desviar para controvérsias individuais.
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