- O vice-ministro da Defesa Social e Substâncias Controladas da Bolívia, Ernesto Justiniano Urenda, afirmou que a prisão do chefe do PCC foi resultado de cooperação entre Bolívia e Brasil.
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- Ele destacou que a Bolívia “não é refúgio” para narcotraficantes foragidos e que providências estão sendo tomadas junto à Polícia Federal brasileira para a transferência do traficante.
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- Palermo foi preso no município de Cotoca, próximo a Santa Cruz de La Sierra, após fugir em 2020. Agentes do Grupo de Investigações de Operações Especiais conseguiram localizá-lo com apoio da PF.
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- O traficante foi conduzido à Interpol na Bolívia e a PF avança com diligências para sua extradição e prisão no Brasil.
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- Gerson Palermo foi condenado a cento e vinte e seis anos de prisão e fugiu cinco horas após ter habeas corpus concedido em Mato Grosso do Sul; o desembargador responsável foi punido pelo CNJ.
O vice-ministro da Defesa Social e Substâncias Controladas da Bolívia, Ernesto Justiniano Urenda, afirmou que a prisão de um chefe do PCC foi consequência de cooperação com o Brasil. O anúncio ocorreu após a detenção de Gerson Palermo, nesta terça-feira (26/5), no município de Cotoca, próximo a Santa Cruz de La Sierra.
Urenda enfatizou que Bolívia não é refúgio para narcotraficantes foragidos. Ele informou que as providências para a transferência do preso já estão sendo coordenadas com a Polícia Federal brasileira, dentro de mecanismos de cooperação internacional.
Palermo estava foragido desde 2020, após obter habeas corpus e fugir do país. A prisão foi realizada por agentes do Grupo de Investigações de Operações Especiais GIOE, com apoio de informações da PF, em Cotoca, após localização do traficante.
Cooperação entre as forças
Após a detenção, Palermo foi encaminhado à Interpol na Bolívia. A Polícia Federal continua as diligências para a extradição e prisão do criminoso no Brasil, segundo o governo boliviano.
Contexto do caso
Gerson Palermo possui condenação de 126 anos de prisão em território brasileiro. A pena foi decretada por ter chefiado operações do PCC, com histórico de fugas e benefícios de prisão domiciliar durante a pandemia.
Observação sobre o processo anterior
O desembargador Divoncir Maran concedeu o habeas corpus que levou à fuga em 2020. Em fevereiro deste ano, o CNJ puniu o magistrado com aposentadoria compulsória, a sanção administrativa mais grave.
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