Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bolívia flexibiliza regras para decretar estado de emergência durante protestos

Bolívia flexibiliza regras para decretar estado de emergência após revogação de lei; Congresso terá 72 horas para aprovar o pedido, diante de protestos e desabastecimento

O presidente boliviano Rodrigo Paz oferece uma rodada de imprensa no Palácio do Governo, no miércoles 20 de maio de 2026, em La Paz, Bolívia — Foto: AP/Juan Karita
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, revogou uma lei que limitava o uso do estado de emergência para facilitar sua decretação.
  • A decisão foi publicada no Diário Oficial nesta quarta-feira (27) e ocorre em meio à escalada de protestos no país.
  • Com a revogação, para decretar estado de emergência o governo precisará enviar um pedido ao Congresso, que tem 72 horas para aprovar ou rejeitar a proposta.
  • Parlamentares de base governista e da oposição apoiaram a extinção da lei que impunha restrições ao uso de decretos de emergência pelo Executivo.
  • Os protestos, há cerca de quatro semanas, são liderados por apoiadores de Evo Morales e causaram escassez de alimentos, combustíveis e medicamentos em La Paz e El Alto.

O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, revogou uma lei que restringia a decretação de estado de emergência, publicando a decisão no Diário Oficial nesta quarta-feira (27). A medida facilita o uso do instrumento pelo governo em situações de crise.

A revogação ocorre em meio a protestos generalizados no país. A norma anterior estabelecia limites sobre quando e como o estado de emergência poderia ser acionado pelo Executivo.

Para decretar o estado de emergência, Paz precisa enviar um pedido ao Congresso, que terá 72 horas para apreciar a proposta. A tomada de decisão envolve tanto setores governistas quanto parte da oposição.

Contexto de protestos

Nas últimas quatro semanas, bloqueios de estradas e manifestações lideradas por apoiadores de Evo Morales e por dirigentes sindicais intensificaram a pressão pelo afastamento do presidente Paz. As ações provocaram desabastecimento em várias regiões.

Em La Paz e El Alto houve escassez de alimentos, combustíveis e medicamentos. A crise econômica também é atribuída a fatores como a queda na produção de energia e à volatilidade cambial no país.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais