- Gerson Palermo, apontado como chefe do PCC, foi preso na Bolívia na terça-feira, 26 de maio, após fugir do país em 2020, quando recebeu o benefício da prisão domiciliar.
- Ele foi condenado a 126 anos de prisão.
- A Polícia Federal recebeu o traficante em Campo Grande (Mato Grosso do Sul) na noite de quarta-feira, 27 de maio.
- Palermo estava foragido desde 2020, após receber o benefício de prisão domiciliar e fugir do Brasil.
- Após a chegada, ele foi conduzido pela PF à Superintendência Regional da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul para os procedimentos de praxe.
Gerson Palermo, apontado como chefe do PCC, foi preso na Bolívia na terça-feira (26/5). Ele já havia sido condenado a 126 anos de prisão no Brasil e estava foragido desde 2020, após receber benefício de prisão domiciliar.
A Polícia Federal recebeu o preso em Campo Grande (MS) na noite desta quarta-feira (27/5). Palermo foi acompanhado por agentes federais até a Superintendência Regional da PF em Mato Grosso do Sul para os procedimentos de praxe.
Palermo era considerado um dos principais operadores da organização criminosa no Brasil e havia fugido após obter prisão domiciliar no período anterior. O retorno ao território brasileiro encerra parte de uma longo processo de captura.
Detalhes da operação
A PF não informou novas etapas do processo ou data de audiência ainda. O caso envolve atuação das autoridades brasileiras para cumprir decisões judiciais vinculadas a condenações anteriores.
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