- Autoridades viam a crise como oportunidade de expulsar a Hezbollah da fronteira norte de Israel, já enfraquecida por uma série de reveses.
- A Hezbollah entrou no conflito entre EUA e Israel contra o Irã ao responder com foguetes e drones no dia seguinte ao início da guerra, em 28 de fevereiro.
- Após EUA e Irã firmarem cessar-fogo em 7 de abril, Israel intensificou sua campanha contra a milícia apoiada pelo Irã.
- Dez dias depois, Israel e Líbano concordaram com cessar-fogo, mas a Hezbollah não participou e os choques continuaram.
- No fim de maio, Israel aumentou ataques na Líbano, o que pode complicar as negociações entre EUA e Irã sobre um acordo provisório para encerrar a guerra.
No início do confronto entre EUA, Israel e Irã, a milícia Hezbollah, do Líbano, lançou foguetes e drones contra Israel no dia seguinte ao estopim do conflito, em 28 de fevereiro. A ofensiva ampliou a crise para a fronteira norte de Israel.
Participantes do embate são: Israel, Hezbollah, Estados Unidos e Irã. Autoridades israelenses veem na crise uma oportunidade de afastar o grupo da fronteira norte, apesar da resistência do Hezbollah.
Quando e onde ocorreu: ataques continuam desde fevereiro na fronteira entre Israel e Líbano. Após um cessar-fogo entre EUA e Irã em 7 de abril, Israel intensificou sua campanha contra o Hezbollah. Dez dias depois, Israel e Líbano acordaram um cessar-fogo, mas o Hezbollah não participou do acordo, e os confrontos seguiram de forma esporádica.
Desdobramentos recentes
Israel aumentou ataques contra posições no Líbano no final de maio, em meio a negociações entre EUA e Irã sobre um acordo provisório para encerrar a guerra. O cenário complica as tratativas diplomáticas e mantém a tensão na região.
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