- As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram novos ataques durante a noite no Irã, mirando uma instalação militar que poderia representar ameaça às tropas americanas e ao tráfego no Estreito de Ormuz.
- Os militares teriam interceptado e derrubado vários drones iranianos que representavam risco semelhante.
- Três explosões foram ouvidas a leste de Bandar Abbas por volta de 1h30, com as defesas aéreas ativadas por alguns minutos; ainda não está claro se há relação com os ataques dos EUA.
- Os ataques ocorrem enquanto negociações tentam encerrar a guerra iniciada há cerca de três meses, que já deixou milhares de mortos e elevou os preços globais de energia.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Irã e Omã não administrariam conjuntamente o tráfego no Estreito de Ormuz como parte de um acordo de paz, mantendo a via navegável aberta.
Dois ataques militares dos EUA contra o Irã ocorreram durante a noite, segundo uma autoridade dos EUA que falou à Reuters. O alvo foi uma instalação militar considerada uma ameaça às forças americanas e ao tráfego no Estreito de Ormuz. Além disso, os EUA afirmaram ter interceptado vários drones iranianos.
A ação ocorreu no contexto de negociações para encerrar um conflito que se arrasta há três meses e elevou os preços globais de energia. A autoridade norte-americana citada não informou detalhes sobre o cumprimento ou a extensão dos danos, apenas que a operação foi de natureza defensiva.
Também durante a madrugada, três explosões foram ouvidas a leste de Bandar Abbas, cidade portuária iraniana. Fontes locais disseram que as defesas aéreas foram acionadas por vários minutos. Não ficou comprovada ainda a relação com os ataques dos EUA.
Banda de área
As explosões ocorreram por volta de 1h30 no horário local, segundo a mídia iraniana, que destacou a ativação de sistemas de defesa. Autoridades iranianas investigam a origem dos sons para esclarecer se há conexão com os recentes ataques.
Contexto internacional
O presidente dos EUA, Donald Trump, negou ter havido acordo com Irã e Omã para administrar conjuntamente o tráfego no Estreito de Ormuz, afirmou que a via marítima permanece aberta. As informações sobre os ataques vêm de fontes oficiais norte-americanas e de veículos de imprensa internacionais.
Entre na conversa da comunidade