- Daniela Klette, 67 anos, ex-membro do grupo militante alemão Ação Red Army (RAF), foi condenada a treze anos de prisão por uma série de assaltos a mão armada entre 1999 e 2016.
- Ela foi finalmente localizada em um apartamento em Berlim em 2024, após ficar mais de três décadas fugitiva.
- O julgamento aconteceu no ano passado, e a defesa pediu absolvição, mas o tribunal de Verden, na Baixa Saxônia, a declarou culpada por roubo qualificado, violação de leis de armas e outras infrações ao longo de dezoito, sete e seis… na verdade, 17 anos.
- A RAF, também conhecida como Baader-Meinhof, foi dissolvida após uma campanha de assassinatos, sequestros e atentados entre os anos setenta e noventa.
- O tribunal considerou que Klette participou de roubos a supermercados e a cofres rodoviários, junto com dois ex-membros da RAF, Burkhard Garweg e Ernst-Volker Staub, que ainda não foram capturados.
A ex-membro do grupo militante alemão Baader-Meinhof, a RED ARMY FACTION (RAF), foi condenada a 13 anos de prisão por uma série de assaltos a mão armada cometidos entre 1999 e 2016. Daniela Klette, hoje com 67 anos, foi presa em 2024 em um flat em Berlim, após mais de três décadas foragida. O julgamento ocorreu no ano passado.
O tribunal de Verden, na Baixa Saxônia, considerou-a culpada de roubo qualificado, violação de leis de armas e outras infrações, cometidas ao longo de um período de 17 anos. A defesa havia pedido a absolvição, sem sucesso, conforme a decisão anunciada na quarta-feira.
A RAF, também conhecida como a gangue Baader-Meinhoff, foi dissolvida após uma campanha de assassinatos, sequestros e atentados de 1970 a 1990. A condenação citou que Klette participou de roubos a supermercados e a veículos blindados junto com dois ex-membros da facção, Burkhard Garweg e Ernst-Volker Staub, que ainda não foram capturados.
Envolvidos e desdobramentos
Garweg e Staub permanecem foragidos, segundo o veredito. A ação de rastreamento da polícia continua não apenas na Alemanha, mas também em cooperação com agências internacionais. A veracidade das provas foi reconhecida pelo tribunal, que metropolitanamente descreveu o histórico de atividades da acusada ao longo de quase duas décadas.
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