- O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirma que a crise econômica de Cuba estaria ligada ao grupo Gaesa, conglomerado controlado pelas Forças Armadas cubanas.
- Rubio disse que a Gaesa funciona como um “estado paralelo”, concentrando riqueza e recursos em uma elite próxima ao governo.
- A acusação aponta que o grupo aumenta seus lucros enquanto a população enfrenta escassez de alimentos, combustível e cortes de energia.
- O governo cubano informou que suas reservas “se esgotaram”, conforme o recado citado pelo órgão público.
- A notícia envolve a atuação da Gaesa no manejo da economia cubana desde os anos noventa, quando o grupo foi criado sob Raúl Castro.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que a crise econômica de Cuba está ligada ao Gaesa, conglomerado empresarial controlado pelas Forças Armadas cubanas. A acusação foi feita em comunicado recente.
Rubio descreveu o Gaesa como um “estado paralelo”, reunindo riqueza e recursos sob uma liderança próxima ao governo, o que, segundo ele, facilita o acúmulo de lucros para uma elite autorizada pelo poder central.
Segundo o secretário, a atuação do grupo amplia ganhos em detrimento da população, que enfrenta escassez de alimentos, combustível e frequentes quedas de energia. As reservas do país teriam chegado a um ponto crítico, segundo o governo cubano.
Contexto econômico e poder institucional
Especialistas apontam que o Gaesa surgiu na década de 1990, durante o governo de Raúl Castro, com atuação no controle de infraestrutura estratégica e atividades empresariais do estado. Estimativas independentes sugerem participação significativa na economia.
Apesar das declarações de Rubio, autoridades cubanas não divulgaram números oficiais que comprovem a extensão de controle do Gaesa. O tema tem ganhado atenção em análises sobre a estrutura de poder no país.
Repercussão internacional e cenário atual
A fala de Rubio ocorre em meio a tensões entre EUA e Cuba, com foco em mecanismos de restrição e pressão econômica. O tema também costuma aparecer em debates sobre a sustentabilidade de políticas de um regime que mantém controle centralizado sobre setores-chave.
Estudos e reportagens sobre o Gaesa costumam enfatizar a influência da organização na definição de prioridades nacionais, conforme o desenho institucional vigente no país. O debate continua sem concessões oficiais sobre números detalhados.
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