- O Louvre anunciou as vencedoras da competição para criar uma nova área dedicada à Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, integrada à reforma do museu.
- As empresas vencedoras são Studios Architecture Paris, Selldorf Architects e Base Landscape Architecture.
- O projeto faz parte da iniciativa “Louvre: Novo Renascimento”, anunciada em janeiro de 2025 pelo presidente Emmanuel Macron.
- A reforma deve custar entre 700 e 800 milhões de euros e ficar pronta em até dez anos.
- O Louvre não passava por uma grande reforma desde a década de oitenta; entradas novas devem melhorar a circulação dos visitantes. A alta de ingressos para não europeus já foi anunciada em 45% neste ano.
O Ministério da Cultura da França divulgou os vencedores da licitação para criar uma nova área dedicada à Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, no Louvre, em Paris. O projeto faz parte da primeira grande reforma do museu em mais de 40 anos.
As empresas vencedoras são Studios Architecture Paris, Selldorf Architects e Base Landscape Architecture. A ideia é integrar o contemporâneo ao urbano, ligando a cidade, o palácio e o museu por meio de uma nova área expositiva e entradas reformuladas.
Detalhes do projeto e custos
A reforma, batizada de Louvre: Novo Renascimento, prevê uma nova entrada próxima à Colunata de Perrault e a criação de uma passagem que facilite a circulação de visitantes. O orçamento estimado fica entre 700 e 800 milhões de euros, com conclusão prevista em até dez anos.
O Louvre não passava por uma renovação tão ampla desde a década de 1980. A iniciativa visa modernizar infraestrutura e ampliar capacidades de exibição, mantendo o foco na Mona Lisa.
Contexto e implicações
Desde o início deste ano, ingressos para visitantes fora da Europa ficaram 45% mais caros, para financiar necessidades de manutenção. A medida acompanha o atual esforço de estabilizar as contas do museu e custear intervenções estruturais.
A reforma completa está prevista para ocorrer ao longo da próxima década, com a indicação de que o Louvre manterá operações durante as obras. A avaliação do governo francês considera o projeto estratégico para o turismo e a preservação do patrimônio.
Informações da AFP.
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