- A União Europeia apresentou novas regras para acesso a satélites, permitindo que empresas não europeias, como a Starlink de Elon Musk, disputem as frequências.
- As regras mantêm a maior parte das licenças de espectro para empresas locais.
- As normas abrangem tecnologia de satélite que pode funcionar diretamente com dispositivos móveis, impulsionada pela Starlink.
- A Comissão Europeia propôs reservar um terço da faixa de dois gigahertz para uso governamental, outro terço para novas entradas baseadas na UE e o terço restante para operadores já estabelecidos dos EUA e da União Europeia.
O bloco europeu apresentou novas regras para o acesso a satélites, permitindo que empresas não europeias, como a Starlink de Elon Musk, participem de licitações para as faixas de espectro. O objetivo é manter a maioria das licenças com empresas locais.
As regras abrangem tecnologia satelital capaz de se conectar diretamente a dispositivos móveis, sem equipamento adicional. A Comissão propõe reservar um terço da banda de 2 GHz para uso governamental, outro terço para novos entrantes baseados na UE e o terço restante para operadores já estabelecidos nos EUA e na UE, conforme nota publicada nesta quarta-feira.
A medida busca ampliar a competição no setor, ao passo em que preserva espaço para operadores tradicionais nacionais e europeus. O diálogo sobre a proposta segue com autoridades da União Europeia e partes interessadas no setor de telecomunicações.
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