- O presidente Donald Trump disse que poderia atacar Omã caso o governo negocie com o Irã para monitorar o Estreito de Ormuz; houve menção a uma proposta de acordo que previa reabrir Ormuz, com retirada das forças dos Estados Unidos e fim ao bloqueio aos portos iranianos, embora a Casa Branca tenha negado a existência do texto.
- Israel intensificou ataques no Oriente Médio; no sul do Líbano, pelo menos 31 pessoas morreram e mais de 40 ficaram feridas, com ordens para saída de moradores de Tiro e explosões perto da represa de Qaraoun.
- Em Gaza, o Exército israelense informou a morte de Mohammed Odeh, considerado o novo comandante da ala militar do Hamas.
- A escalada aumenta a incerteza sobre negociações entre Irã e Estados Unidos, com a televisão iraniana dizendo ter recebido a proposta de acordo para Ormuz; Washington negou a existência do texto.
- O mercado de petróleo recuou diante da possibilidade de entendimento entre Irã e EUA, em meio à continuidade dos confrontos na região.
O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou atacar Omã caso o governo da nação árabe negocie com o Irã para monitorar o Estreito de Ormuz. A declaração ocorreu nesta quarta-feira (27), em meio a tensões no Oriente Médio.
Israel manteve ataques no sul do Líbano, onde o governo local informou ao menos 31 mortos e mais de 40 feridos. O Exército israelense alegou mirar posições do grupo Hezbollah, aliado do Irã. Explosões também foram registradas perto da represa de Qaraoun.
Tensão no Oriente Médio
Os militares de Israel ordenaram a saída de moradores de Tiro, cidade libanesa, enquanto ocorriam confrontos pela região. Em Gaza, a morte de Mohammed Odeh foi anunciada pelo Exército como novo líder da ala militar do Hamas, também apoiado pelo Irã.
O Irã informou, pela televisão estatal, ter recebido uma proposta de acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz dentro de um mês, com retirada de forças navais americanas e fim ao bloqueio de portos iranianos. A Casa Branca negou a existência do texto, classificando-o como invenção.
Reação global
O preço do petróleo recuou diante da possibilidade de acordo entre Irã e Estados Unidos. Observadores destacam que a escalada em Gaza e no Líbano continua, alimentando incertezas sobre o ritmo de negociações diplomáticas na região.
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