- Trump afirmou, na Casa Branca, que o fim da guerra no Oriente Médio está próximo, mas não está satisfeito com o andamento das negociações com o Irã.
- Disse que os Estados Unidos não estão satisfeitos e que, se não houver acordo, terminarão o trabalho; não foi indicado prazo.
- Ressaltou que não está confortável com a participação da Rússia ou da China na posse do estoque de urânio altamente enriquecido do Irã.
- Questionou o custo político de um conflito prolongado e sugeriu que as eleições de meio mandato não deveriam forçar um acordo.
- O especialista Paulo Velasco afirmou que as posições dos EUA podem soar como palavras ao vento, com poucos dividendos até o momento e pressão política ligada às eleições de novembro.
Trump afirma que fim da guerra no Oriente Médio está próximo, mas críticas apontam retórica vazia
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse à imprensa na Casa Branca que o fim da guerra no Oriente Médio está próximo e que não está satisfeito com o ritmo das negociações com o Irã. Ele afirmou ter se esforçado para chegar a um acordo, mas ainda não obteve sucesso.
Trump ressaltou que os EUA não estão satisfeitos com o andamento, mas que serão obrigados a concluir o trabalho caso não haja avanços. Ele também mencionou não se sentir preocupado com a influência de Rússia ou China na posse de urânio enriquecido pelo Irã.
Análise de especialista
Paulo Velasco, professor de política internacional, afirmou que as declarações do governo americano podem soar como retóricas. Segundo o especialista, Trump buscava uma vitória rápida, porém o conflito persiste há semanas, sem solução clara.
Velasco destacou que o governo enfrenta pressão política interna. Mesmo com a insistência do presidente, as eleições de meio de mandato em novembro podem ser impactadas pelo atual cenário do conflito e por suas consequências.
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