- O parlamento ucraniano ratificou acordo de empréstimo com a União Europeia no valor de 90 bilhões de euros.
- A votação ocorreu no dia 28, com 298 votos a favor, acima da maioria necessária de 226.
- O acordo permite ao governo direcionar recursos para defesa e para a guerra contra a Rússia, que já dura cinco anos.
- A Hungria retirou o veto no mês anterior, abrindo caminho para a aprovação final e alívio ao orçamento ucraniano.
- A Comissão Europeia informou que os primeiros desembolsos devem ocorrer em junho; a UE destacava uso para defesa, segurança e resiliência energética.
O Parlamento da Ucrânia aprovou um acordo de empréstimo com a União Europeia, abrindo caminho para o recebimento de 90 bilhões de euros. O objetivo é financiar gastos com defesa e manter a guerra com a Rússia, já em seu quinto ano, com recursos recordes. A votação ocorreu nesta quinta-feira, 28, em Kiev.
A ratificação segue um atraso causado pelo veto da Hungria, que foi retirado recentemente, permitindo a aprovação final a nível europeu. O acordo recebeu 298 votos a favor, bem acima dos 226 necessários para a maioria. O desbloqueio vem após a aprovação da UE no mês anterior.
Desembolsos começam ainda em junho, segundo a Comissão Europeia. Os recursos devem fortalecer a defesa, a segurança nacional e a resiliência energética, além de cobrir o déficit orçamentário da Ucrânia. O apoio também visa manter a estabilidade macrofinanceira do país.
Repercussões na defesa e finanças
A governança econômica ucraniana aponta que o empréstimo facilitará o abastecimento de recursos para a operação militar e para serviços sociais. Enfatiza-se que o financiamento não alterará obrigações com a população, mantendo o foco em necessidades de curto e médio prazo.
Declarações de líderes europeus e ucranianos
A presidente da Comissão Europeia destacou a importância da medida para a continuidade do apoio europeu. A primeira-ministra ucraniana ressaltou que o financiamento reforça a coesão nacional e a capacidade de resposta do governo. A resposta parlamentar ocorreu após consenso entre aliados.
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