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UE confirma sanções contra colonos extremistas israelenses

UE impõe sanções a três indivíduos e quatro entidades de colonos israelenses extremistas por abusos na Cisjordânia, com congelamento de ativos e restrição de entrada

Colagem mostra bandeiras de Israel e Palestina sobrepostas ao mapa da Cisjordânia - Metrópoles
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  • A União Europeia confirmou sanções contra quatro entidades e três pessoas identificadas como colonos israelenses extremistas, por abusos graves dos direitos humanos na Cisjordânia.
  • Movimentos de Assentamento Nachala e a diretora Daniella Weiss são alvo por incentivar deslocamento forçado de palestinos e obstruir acesso a terras agrícolas e de pastoreio.
  • ONG Regavim e o diretor Meir Deutsch são sancionados por fazer lobby pela demolição de propriedades palestinas para ampliar o controle israelense na Cisjordânia.
  • ONG Hashomer Yosh e o presidente Avichai Suissa foram punidos por apoiar financeiramente operações, coordenar voluntários em fazendas de pastoreio e recrutar voluntários armados.
  • Associação Amana é acusada de financiar pelo menos trinta postos de assentamento violentos; sanções incluem congelamento de ativos na UE e proibição de uso de recursos, com restrição de entrada de pessoas físicas no território da União.

A União Europeia confirmou, nesta quinta-feira (28/5), a imposição de sanções contra quatro entidades e três pessoas listadas como colonos israelenses extremistas, por abusos graves dos direitos humanos contra palestinos na Cisjordânia. Os alvos foram incluídos no Regime Global de Sanções de Direitos Humanos da UE.

Segundo a UE, as ações atribuídas envolvem coerção e deslocamento forçado de palestinos, além de obstrução do acesso a terras agrícolas e de pastoreio. As medidas visam responsibilizar os agentes por violações graves dos direitos humanos.

As sanções incluem o congelamento de ativos na UE e a proibição de disponibilização de recursos econômicos aos alvos. Pessoas físicas envolvidas ficam proibidas de entrar no espaço dos estados-membros.

Sancionados

  • Movimento de Assentamento Nachala e a diretora Daniella Weiss: a UE aponta facilitação de coerções que levam ao deslocamento de palestinos e ao bloqueio de terras agrícolas e de pastoreio.
  • ONG Regavim e o diretor Meir Deutsch: acusada de lobby pela demolição de propriedades palestinas para ampliar controle na Cisjordânia.
  • ONG Hashomer Yosh e o presidente Avichai Suissa: sancionada por apoiar voluntários em fazendas de pastoreio, recrutamento de voluntários armados e guarda de ataques violentos.
  • Associação Amana: financiadora de pelo menos 30 postos de assentamento avançados violentos, incluindo fundados por sancionados.

A Cisjordânia, território palestino ocupado por Israel desde 1967, permanece como contexto do tema e das sanções anunciadas.

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