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Artefatos coloniais saqueados na coleção da realeza holandesa

Coleção real holandesa pode conter artefatos saqueados na era colonial; negociações para devolução aos países de origem devem começar em breve

L-R: Princess Ariane of The Netherlands, Queen Maxima of The Netherlands, King Willem-Alexander of The Netherlands, Princess Amalia of The Netherlands and Princess Alexia of The Netherlands pose for the media during the annual summer photosession in the Dutch Garden at Clingendael Estate on May 21, 2026 in The Hague, Netherlands.
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  • Uma investigação aponta que parte da coleção da família real holandesa pode ter itens saqueados durante o período colonial, incluindo um colar de amuleto de ouro e armas históricas da Indonésia; negociações para devolução devem começar em breve.
  • O secretário do Smithsonian, Lonnie G. Bunch III, disse que a exposição de junho provavelmente será a sua última curadoria; o tema envolve as comemorações do 250º aniversário dos EUA.
  • O Getty Center confirmou detalhes da reforma de um ano, com fechamento a partir de março de 2027, incluindo melhoria da entrada, sistema de tram e novo café jardim.
  • O piso de mármore da Catedral de Siena será descoberto por mais tempo neste ano, em meio a uma nova competição internacional de arte contemporânea.
  • Um livro de Matthew Campbell, The Man Who Stole the Gods, aborda Douglas Latchford, acusado de tráfico de arte saqueada do Camboja antes de sua morte.

A investigação aponta que parte da coleção real holandesa pode incluir artefatos adquiridos de forma questionável durante o período colonial. Um estudo encomendlado pela Foundation for the Royal Private Collections avaliou cerca de 1.000 objetos e identificou itens com provável procedência duvidosa, incluindo um colar de medalha de ouro e armas históricas originários da Indonésia. Negociações para a devolução aos países de origem devem começar em breve, segundo a apuração.

A presença de objetos com histórico de saque colonial é tema sensível para a instituição. A pesquisa destacou a importância de o manejo cuidadoso desses itens nas coleções reais, com a presidente da fundação, Queen Máxima, ressaltando o cuidado como ponto central das estratégias de restituição.

Na esfera institucional, o secretário do Smithsonian, Lonnie G. Bunch III, sinaliza que a exposição de abertura de junho pode representar a sua última curadoria. A análise do New York Times levanta o debate sobre sua continuidade à frente da instituição, alvo de tensões políticas que cercam o apoio de aliados no conselho e pressões administrativas.

Entre os acontecimentos recentes, o Getty Center divulgou detalhes sobre a renovação programada para 2027, com atraso de um fechamento de um ano. As obras incluem melhoria de acesso, atualização do sistema de tração do tram e criação de um novo jardim-café, além de infraestrutura mais sustentável.

Ainda no meio artístico, o Siena Cathedral receberá maior permanência para revelar o piso de madrepérola, tema de uma nova competição internacional de arte contemporânea. Diversas fontes destacam iniciativas de restauro e concursos que envolvem obras de relevância histórica.

Em pauta internacional, o livro The Man Who Stole the Gods, de Matthew Campbell, narra a trajetória do negociante britânico Douglas Latchford, acusado de facilitar o tráfico de arte saqueada do Camboja antes de falecer. A obra compila investigações e casos de fraude que impactam o mercado de antiguidades.

Por fim, uma intervenção artística na região de Milão envolve um mosaico do Duomo, cuja restauração recebeu destaque devido ao desgaste de um motivo iconográfico, ressaltando esforços de preservação do patrimônio histórico.

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