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EUA monitoram PCC e CV em 12 estados norte-americanos

FBI monitora PCC e CV em doze estados após a classificação como terroristas, ampliando sanções financeiras e cooperação internacional

Com a medida, que passa a valer em 5 de junho, o governo norte-americano pode transformar o tema em questão de segurança nacional
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  • FBI e outras organizações governamentais monitoram ações do PCC e do CV em doze estados dos EUA, após classificação das facções como organizações terroristas estrangeiras.
  • Na quinta-feira, 28 de maio de 2026, os EUA classificaram PCC e CV como organizações terroristas estrangeiras.
  • A porta-voz do Departamento de Estado, Amanda Roberson, disse que há coordenação internacional para frear as atividades dos grupos.
  • O Planalto afirmou que não aceitará medidas arbitrárias vindas do exterior para atacar a soberania e a economia brasileiras.
  • A medida entra em vigor em cinco de junho e pode ampliar a atuação de autoridades de segurança, incluindo ações financeiras, diplomáticas e de sanção.

O Departamento de Estado dos EUA informou que o FBI acompanha as ações do PCC e do CV em 12 estados do país. A classificação das duas facções como organizações terroristas estrangeiras foi anunciada na quinta-feira.

Amanda Roberson, porta-voz da instituição, afirmou que as ações são monitoradas por agências federais e que há coordenação internacional para frear atividades criminosas de grande escala. Ela destacou que as medidas visam reduzir riscos à segurança.

A declaração ocorreu após críticas do governo brasileiro à decisão. Lula afirmou que não aceitará medidas arbitrárias vindas de fora para afetar a soberania e a economia do Brasil.

Medidas de segurança e impactos

A decisão permite ampliar ações de inteligência e sanções financeiras. Autoridades podem bloquear ativos, restringir operações e impedir acesso a sistemas bancários. Empresas com vínculos podem enfrentar restrições ou sanções.

Os EUA passam a utilizar instrumentos de segurança nacional para coibir a atuação dos grupos no hemisfério. A medida também intensifica controles financeiros e ações diplomáticas voltadas a reduzir o impacto regional.

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