- O ministro da Defesa da Malásia, Mohamed Khaled Nordin, disse que o país não vai acelerar o aumento do orçamento de defesa.
- Ele afirmou que os gastos serão baseados nas necessidades estratégicas do país e na capacidade econômica, não em pressões externas.
- Khaled ressaltou o foco na modernização das forças armadas e no fortalecimento da cooperação de segurança regional.
- Os comentários foram feitos durante a Shangri-La Dialogue, principal cúpula de defesa da Ásia, em entrevista exclusiva a Haslinda Amin.
- A declaração aponta uma abordagem cautelosa, buscando equilíbrio entre prioridades de defesa e estabilidade econômica.
Mohamed Khaled Nordin, ministro da Defesa da Malásia, disse a Bloomberg que o país não acelerará o aumento do orçamento de defesa, mesmo sob pressão dos Estados Unidos para que parceiros sejam mais autossuficientes. A declaração foi feita em entrevista exclusiva com Haslinda Amin, durante o Shangri-La Dialogue, cimeira de defesa na Ásia.
O ministro explicou que os gastos militares serão baseados nas necessidades estratégicas do país e na capacidade econômica, e não em pressões externas. Ele também destacou o foco na modernização das forças armadas e no fortalecimento da cooperação de segurança regional.
A fala aparece em meio a debates sobre orçamentos de defesa e segurança regional no Sudeste Asiático. A Malásia busca equilibrar prioridades militares com estabilidade econômica e metas de desenvolvimento, mantendo uma abordagem cuidadosa e orientada por valor estratégico.
Khaled reforçou uma política de eficiência, sugerindo que o aumento de investimentos será gradual e alinhado a planos de longo prazo. O governo não divulgou novos montantes, mas reiterou a prioridade de manter a defesa compatível com a situação financeira nacional.
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