- Na madrugada de domingo, a Rússia disparou um míssil hipersônico que percorreu mais de 1.000 quilômetros até atingir uma área ao sul de Kiev.
- O ataque deixou quatro mortos e dezenas de feridos, segundo informações da matéria.
- A arma é descrita como viajando a velocidade dez vezes superior ao som e com capacidade de alojar ogivas nucleares, o que não ocorreu neste caso.
- O chanceler russo Sergei Lavrov recomendou a retirada de estrangeiros de Kiev.
- A União Europeia classificou o envio como chantagem nuclear irrespensável e anunciou novas restrições, enquanto a Ucrânia avança na fabricação e uso de drones.
Um míssil hipersônico foi lançado pela Rússia com destino à Ucrânia na madrugada de domingo, 24 de maio. O artefato viajou a uma velocidade estimada dez vezes superior à do som e percorreu mais de 1.000 quilômetros, atingindo uma área ao sul de Kiev. O ataque deixou quatro mortos e dezenas de feridos, gerando um cenário de devastação.
Segundo informações oficiais, o projétil não continha ogivas nucleares no momento do ataque. O episódio ocorreu em meio a um contexto de tensões entre Rússia e Ucrânia, com a Europa destacando a gravidade da provocação. Autoridades russas não confirmaram detalhes adicionais sobre o objetivo militar.
O chanceler russo, Sergei Lavrov, foi visto emitindo recomendações relacionadas à retirada de estrangeiros de Kiev, em meio às pressões internacionais pela estabilidade regional. A União Europeia classificou o lançamento como uma forma de chantagem nuclear irresponsável e sinalizou novas medidas para restringir atividades comerciais com a Rússia.
A Ucrânia tem mostrado avanços tecnológicos, incluindo aprimoramentos na produção de drones e no emprego de tecnologia para a defesa. A resposta russa é encarada por analistas como parte de uma estratégia de demonstração de poder em meio a dificuldades econômicas e baixas de popularidade entre o governo de Vladimir Putin.
Reação internacional e desdobramentos
- A União Europeia avaliou novas sanções diante do ataque e reiterou a necessidade de preservação da segurança regional.
- Organizações internacionais acompanham a evolução do conflito e a escalada de ações militares entre as duas nações.
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