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Um quarto dos grandes petroleiros presos na guerra com o Irã escaparam

Veleiros de grande porte não iranianos, bloqueados no Golfo Pérsico desde o início do conflito, conseguiram sair, 29 dos 109, atravessando o estreito de Hormuz

Vessels anchored in the Strait of Hormuz, near Khasab, Oman.
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  • Aproximadamente um quarto dos grandes navios-tanque não iranianos presos no Golfo Pérsico conseguiram escapar.
  • São 29 dos 109 navios maiores, com capacidade de transportar 700 mil barris ou mais.
  • Os navios ficaram retidos quando o Estreito de Hormuz foi efetivamente fechado com a eclosão do conflito em 28 de fevereiro.
  • Os deslocamentos ocorreram de forma lenta e gradual, segundo dados da Bloomberg.
  • A liberação ocorreu mesmo diante das restrições contínuas na passagem pelo estreito.

Um quarto dos grandes navios-tanque não iranianos ficou represado no Golfo Pérsico desde o início do conflito com o Irã, mas 29 dessas embarcações já conseguiram atravessar o estreito de Hormuz de forma lenta e gradual.

Os 109 cargueiros com capacidade de 700 mil barris ou mais estiveram impedidos após a interrupção do tráfego no estreito, que ocorreu quando o conflito estourou em 28 de fevereiro. As informações são de monitoramento de tráfego.

Dados de rastreamento compilados pela Bloomberg indicam que as saídas têm sido, até agora, dispersas ao longo das últimas semanas, em meio a uma operação logística complexa e a incertezas sobre o corredor marítimo.

O estreito de Hormuz continua sendo o ponto crítico de passagem para o petróleo proveniente da região, com impactos potenciais sobre rotas, tempos de viagem e estabilidade de preços globais.

Entre os navios que deixaram o gargalo, não há divulgação detalhada de nomes ou proprietários pelas fontes monitoradas, mantendo o andamento das saídas em estágio inicial e com poucos números confirmados publicamente.

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