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China já recebeu 15 líderes em 2026, incluindo Trump e Putin

Pequim recebe 15 chefes de Estado em 2026, ampliando cooperação comercial e diplomática com EUA, Rússia e demais líderes do G20

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, acompanhado do presidente chinês, Xi Jinping, durante recepção em Pequim
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  • O presidente xi jinping recebeu quinze chefes de Estado para visitas oficiais desde janeiro de dois mil vinte e seis, incluindo os presidentes dos EUA e da Rússia.
  • Em maio, xi reuniu-se com quatro líderes, entre eles o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin. A visita dos dois resultou em quarenta e dois acordos e memorandos entre China e outros países.
  • Durante a passagem de Trump por Pequim, houve anúncio de compra de duzentos aviões da Boeing, mas sem grandes acordos comerciais anunciados. Cinco dias depois, Putin chegou à capital chinesa em busca de avanços no gasoduto Força da Sibéria dois.
  • Na relação sino-coreana, o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, pediu ajuda a xi jinping para frear o programa nuclear da Coreia do Norte, buscando que a China funcione como mediadora.
  • Em encontros com líderes do G20, xi enfatizou compromisso com a paz e recebeu o chanceler alemão, Friedrich Merz, e o premier britânico, Keir Starmer, destacando cooperação econômica e autonomia europeia, além de reforçar laços com a Alemanha.

O presidente da China, Xi Jinping, recebeu desde janeiro de 2026 15 chefes de Estado para visitas oficiais a Pequim, ampliando a atuação da China como palco de encontros de alto nível. Entre os visitantes, estão o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, além de representantes do G20.

Em maio, Xi recebeu quatro chefes de Estado, mantendo uma agenda marcada por cooperação comercial e diplomática. Na semana que começou em 25 de maio, o premiê paquistanês, Shehbaz Sharif, e o presidente sérvio, Aleksandar Vučić, estiveram na capital chinesa para reuniões bilaterais.

Encontros com Trump e Putin

Durante a visita de Trump, de 13 a 15 de maio, houve tom cordial entre os dois lados, mas sem anúncios de grandes acordos comerciais. Após a passagem por Pequim, Trump retornou a Washington sem novas propostas que comprometessem a relação bilateral. Mesmo assim, ambos declararam que a cúpula foi bem-sucedida.

Poucos dias depois, Putin chegou a Pequim. O foco não foi apenas comercial, mas a construção do gasoduto Força da Sibéria 2 não avançou conforme o esperado. No total, Xi e Putin selaram 42 acordos e memorandos, destacando uma cooperação robusta entre China e Rússia. O contexto difere do encontro com Trump, que priorizou comércio e apoio regional.

Coreia do Sul e tensões regionais

Durante a estadia, o presidente sul-coreano Lee Jae-myung pediu ajuda a Xi para frear o programa nuclear norte-coreano, buscando que a China atue como mediadora entre as Coreias, diante do isolamento de canais de diálogo entre Seul e Pyongyang. A aproximação com a China ocorre em um cenário de tensões com o Japão por Taiwan e pela recente restrição a terras raras.

Líderes do G20 e parcerias estratégicas

Em encontros com líderes do G20, Xi destacou o compromisso da China com paz e crescimento econômico, sem intervenções militares. O premiê britânico Keir Starmer recebeu Xi, reforçando a cooperação internacional. O chanceler alemão Friedrich Merz também teve tratativas, com foco na autonomia europeia e na cooperação com a China.

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