- O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, pediu aos aliados asiáticos que elevem gastos militares para 3,5% do PIB, em discurso no Diálogo de Shangri-La, em Cingapura.
- O objetivo é conter o rápido fortalecimento militar da China e criar uma rede de aliados mais forte e autossuficiente para manter o equilíbrio no Pacífico.
- Países mencionados com contribuições destacadas foram Coreia do Sul, Filipinas, Austrália, Cingapura, Malásia, Tailândia e Japão.
- Hegseth afirmou que, sob a liderança de Donald Trump, as relações entre EUA e China estão melhores do que em muitos anos, buscando paz estável, comércio justo e relações respeitosas com a China.
- O chefe do Pentágono anunciou um investimento estratégico deUS$ 1,5 trilhão em defesa neste ano para ampliar a supremacia militar dos Estados Unidos nas próximas décadas.
O secretário de Defesa dos EUA pediu que aliados asiáticos elevem seus investimentos militares para 3,5% do PIB. O pedido foi feito neste sábado, 30 de maio de 2026, durante o Diálogo de Shangri-La, em Cingapura. O objetivo é fortalecer a capacidade de defesa coletiva da região.
A mensagem defende a criação de uma rede de parceiros mais robusta e autossuficiente, capaz de manter o equilíbrio de poder no Pacífico diante do crescimento militar da China. A ideia é reduzir vulnerabilidades frente a possíveis ações de qualquer potência dominante na região.
O texto do discurso cita preocupações com o histórico fortalecimento militar chinês e com a expansão de atividades militares na região e além. Os interesses estratégicos passam pela estabilidade regional e pela preservação da segurança e da prosperidade dos aliados.
Entre os parceiros citados pelo secretário, figuram Coreia do Sul, Filipinas, Austrália, Cingapura, Malásia, Tailândia e Japão. Também foi mencionada a relação entre Estados Unidos e China, sob a ótica de melhoria das relações, paz estável, comércio justo e respeito mútuo.
O chefe do Pentágono informou que os EUA planejam um investimento histórico em defesa neste ano, na casa de US$ 1,5 trilhão, para ampliar a capacidade militar americana e sustentar a supremacia militar pelas próximas décadas.
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