- Apesar do cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, os confrontos entre Hezbollah e forças israelenses se intensificaram, com ataques recentes ao norte de Israel e ao sul do Líbano.
- A Defesa de Israel alertou a população do norte para vigilância após serem registrados 20 lançamentos de projéteis vindos do Líbano desde a meia-noite; parte foi interceptada e parte caiu em campo aberto, sem feridos reportados.
- O Hezbollah afirmou ter disparado foguetes contra Kiryat Shmona, no norte de Israel, em defesa do Líbano, somando 14 ataques no sábado (12 no sul do Líbano e dois em Israel).
- As Forças de Defesa de Israel reemitiram ordens de evacuação para 13 aldeias, pedindo deslocamento para o norte do rio Zahrani, cerca de 40 quilômetros ao norte da fronteira.
- O cenário político segue tenso: o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apoiou ações contra ameaças em todas as frentes, incluindo o Líbano, e o primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, acusou Israel de destruição generalizada e deslocamentos em massa.
Israel intensifica os confrontos com o Hezbollah, apesar do cessar-fogo mediado pelos EUA em abril. As forças de defesa dizem se preparar para ataques vindos do Líbano enquanto avançam para o sul do território vizinho.
O Hezbollah afirmou ter disparado foguetes contra Kiryat Shmona, no norte de Israel, em defesa do Líbano e em resposta a supostas violações do cessar-fogo. No total, a organização reivindicou 14 ataques no sábado, 12 no sul do Líbano e dois em Israel.
As IDF alertaram a população do norte de Israel para manter a vigilância após registrar 20 lançamentos de projéteis desde a meia-noite. Alguns foram interceptados, outros caíram em campo aberto e não houve feridos confirmados.
No mesmo dia, o governo de Israel reeditou ordens de evacuação para 13 aldeias, orientando moradores a se deslocarem para o norte do rio Zahrani, cerca de 40 quilômetros ao norte da fronteira.
As tensões aumentam enquanto as forças israelenses operam no território libanês, movendo-se rumo ao sul do Líbano para conter o Hezbollah. A escalada coloca em risco acordos entre EUA e Irã voltados a um cessar-fogo no Líbano.
A conversa entre presidentes e primeiros-ministros segue sem alterações formais de cessar-fogo. O presidente dos EUA, Washington, expressou apoio à ação de Israel em alinhamento com suas prioridades de neutralizar ameaças na região.
No Líbano, o premiê Nawaf Salam criticou as ações israelenses, acusando-as de destruição generalizada e deslocamentos em massa. Ele afirmou que a guerra imposta tem elevado o custo para o país.
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