- Um Boeing 787-8 Dreamliner da LATAM perdeu uma porta da cabine durante uso de uma escada móvel no Aeroporto de Mataveri, na Ilha de Páscoa, território chileno.
- O avião, com matrícula CC-BBD, partiu de Santiago do Chile em direção à ilha na sexta-feira, 29 de maio, e permanece retido no local desde então.
- O aeroporto de Mataveri tem infraestrutura limitada, opera apenas um ou dois voos por dia e não dispõe de uma base de engenharia robusta para reparos complexos.
- uma possibilidade em estudo é levar a aeronave de volta a Santiago sem a porta, operando com a aeronave despressurizada e em baixa altitude, caso o conserto seja inviável no local.
- A hipótese mais provável é que a porta tenha sido arrancada após a escada ser acionada enquanto o veículo ainda estava conectada, deixando a fuselagem de fibra de carbono sujeita a avaliação de danos.
O Boeing 787-8 Dreamliner da LATAM perdeu uma das portas da cabine durante um incidente em um dos aeroportos mais remotos do mundo. O fato ocorreu no Aeroporto de Mataveri, na Ilha de Páscoa, após uma escada móvel tocar a porta durante o taxiamento ou manobra de estacionamento, ainda sob apuração. A aeronave, com 12 anos de serviço, permanece retida na ilha.
O avião partiu de Santiago do Chile com destino ao aeroporto da Ilha de Páscoa na sexta-feira, 29 de maio, e não conseguiu retornar para o continente. A porta arrancada permanece sobre a aeronave, cuja matrícula é CC-BBD, agravando o desafio de reparo com infraestrutura limitada no local.
O aeroporto de Mataveri opera com baixa frequência de voos e carece de uma base de engenharia robusta. A falta de pontes de embarque levou ao estacionamento em área remota, com a escada móvel na segunda porta do lado esquerdo da cabine. As causas exatas ainda são investigadas.
Desafios de reparo em Mataveri
Engenheiros da LATAM trabalham em um plano para consertar a aeronave, ou, alternativamente, para devolvê-la a Santiago sem a porta da cabine, com a aeronave operando despressurizada e em baixa altitude. A decisão dependerá da avaliação de danos estruturais na fuselagem de fibra de carbono.
A complexidade do conserto ganha contornos adicionais pela infraestrutura limitada da ilha. Reparos de grande porte costumam exigir ferramentas e peças que não estão disponíveis localmente, o que pode atrasar o retorno da aeronave ao serviço.
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