Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Como os EUA agiram em países que declararam facções criminosas terroristas

Classificação do Comando Vermelho e do PCC como organizações terroristas estrangeiras amplia sanções e ações militares dos EUA na América Latina

Símbolo do Comando Vermelho marcado em um poste no Pará. (Foto: Sebastiao Moreira/EFE/EPA)
0:00
Carregando...
0:00
  • Os Estados Unidos classificaram o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas estrangeiras, com vigência em 5 de junho de 2026, ampliando sanções e ações para desmantelar o crime na região.
  • As facções passam a constar na lista monitorada, permitindo bloqueio internacional de contas, rastreio de lavagem de dinheiro e proibição de apoio, sob pena de punições.
  • No México, houve bloqueio de capitais, uso de drones na fronteira e apoio a operações que resultaram na morte de chefes de cartéis; na Venezuela, o uso de porta-aviões e drones para destruir lanchas de tráfico e uma operação em Caracas que levou à prisão de Nicolás Maduro, acusado de chefiar o Cartel de los Soles.
  • Em El Salvador, centenas de membros das gangues MS-13 e Barrio 18 foram deportados para presídios de segurança máxima; no Haiti, a estratégia foi o sufocamento financeiro, com congelamento de bens sob jurisdição americana.
  • O Equador autorizou a primeira operação militar conjunta com os EUA, incluindo bombardeio de acampamentos de narcotraficantes e a extradição de líderes criminosos, como o chefe dos Los Choneros, para julgamento nos Estados Unidos por tráfico internacional; a Casa Branca afirma usar todas as ferramentas para eliminar a influência das facções brasileiras, tratando-as com o mesmo rigor de grupos como Al-Qaeda e ISIS.

Após os EUA classificarem o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas estrangeiras, com vigência em 5 de junho de 2026, Washington amplia sanções e ações militares na América Latina. A medida marca tratamento similar ao de outras organizações extremistas.

A designação coloca as facções brasileiras na lista de organizações terroristas estrangeiras monitoradas pelos EUA, permitindo bloqueio de contas, rastreamento de lavagem de dinheiro e proibição de apoio, sob risco de sanções severas.

Ações nos países da região

No México, o foco incluiu bloqueio de capitais, uso de drones na fronteira e apoio a operações que resultaram na morte de líderes de cartéis. Na Venezuela, o Pentágono empregou porta-aviões e drones para atingir barcos de tráfico no mar e realizou uma operação em Caracas que levou à prisão de Nicolás Maduro, acusado de chefiar o Cartel de los Soles.

Medidas e cooperação regional

Em El Salvador, houve deportações em massa de membros de gangues para presídios de segurança máxima. No Haiti, o objetivo foi sufocar finances das gangues Viv Ansanm e Gran Grif, com congelamento de bens sob jurisdição americana.

Colaboração com o Equador e intenções para o Brasil

O Equador autorizou a primeira operação militar conjunta com os EUA, incluindo bombardeio de acampamentos de narcotraficantes. Também houve extradição de líderes criminosos, como Fito, para julgamento nos EUA.

Direção da política externa

A Casa Branca afirma que usará todas as ferramentas para reduzir a influência das facções brasileiras, tratando esses grupos com o mesmo rigor de organizações como Al-Qaeda e EI, com foco na destruição de infraestruturas financeiras e operacionais.

Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais