- Amanda Roberson afirma que os EUA continuarão cooperando com as autoridades brasileiras no combate à expansão do crime organizado.
- Mesmo após classificar PCC e CV como organizações terroristas, os EUA mantêm cooperação para enfrentar grupos que afetam comunidades brasileiras e americanas.
- Os grupos são descritos como entre os mais violentos da região, com ataques a policiais, autoridades e civis.
- Os EUA incentivam o Brasil a adotar medidas mais rigorosas para frear as atividades desses grupos.
- A definição de se alguém é integrante de facção é responsabilidade do Departamento de Justiça dos EUA; o Tesouro atua na dimensão financeira das investigações.
A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA afirmou ao Live CNN que a cooperação com o Brasil continua prioritária no combate à expansão de grupos criminosos. A fala ocorreu em meio à discussão sobre a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos Estados Unidos.
Amanda Roberson enfatizou que a colaboração entre os dois países é essencial para enfrentar atividades que afetam comunidades brasileiras e americanas. Ela destacou a gravidade das ações dos grupos, apontando ataques contra policiais, autoridades e civis como um traço comum entre as organizações.
Segundo a porta-voz, há apoio internacional para medidas mais rígidas contra o crime organizado e para frear as atividades desses grupos em território americano e brasileiro. O foco é reduzir impactos de violência e garantir a segurança pública.
Papel do Departamento de Justiça e do Tesouro
Roberson explicou que a decisão sobre classificar indivíduos como integrantes de facções compete ao Departamento de Justiça dos EUA. Ela disse que as autoridades analisam informações e tornam públicas as designações quando concluídas.
A funcionária acrescentou que o Departamento do Tesouro atua na dimensão financeira das investigações, liberando instrumentos para permitir que diferentes órgãos do governo contribuam para o combate aos grupos.
Visita de Flávio Bolsonaro à Casa Branca
Sobre a possível relação entre a visita de Flávio Bolsonaro à Casa Branca e as designações, a porta-voz negou ligação direta entre os fatos. Ela afirmou que as decisões são tomadas com base nas prioridades dos Estados Unidos.
Roberson ressaltou que o presidente dos EUA atua em diferentes esferas de cooperação mundial, mantendo o compromisso com a segurança interna. As designações são apresentadas como parte de uma estratégia para enfrentar ameaças persistentes.
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