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Exército dos EUA passa a usar veterinários para atender feridos em combate

Exército dos EUA amplia participação de veterinários no atendimento a feridos, com integração entre médicos militares e especialistas para ampliar sobrevivência em guerras de larga escala

Paramédicos de combate do exército dos EUA participam de treinamento a bordo de navio
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  • O Exército dos Estados Unidos amplia a participação de veterinários no atendimento a soldados feridos em combate, integrando médicos militares e especialistas em animais.
  • A medida visa ampliar a capacidade de resposta em guerras de larga escala, com foco em cenários no Indo-Pacífico.
  • A proposta foi apresentada no Simpósio e Exposição das Forças Terrestres do Pacífico de 2026, no Havaí, durante demonstração do 18º Comando Médico do Teatro de Operações.
  • Em demonstração, foi exibida uma estrutura cirúrgica avançada simulada e um modelo canino de alta fidelidade para treinamentos veterinários; os procedimentos de triagem em cães e humanos seguem princípios similares.
  • A ideia é que veterinários contribuam com triagem, cirurgia, ressuscitação e evacuação, aumentando a sobrevivência e preservação de efetivos, com treinamento conjunto entre equipes humanas e veterinárias.

O Exército dos EUA ampliará a participação de veterinários no atendimento de feridos em combate. A medida visa ampliar a capacidade de resposta em guerras de larga escala, com foco no Indo-Pacífico. A divulgação ocorreu no Simpósio e Exposição das Forças Terrestres do Pacífico de 2026, no Havaí.

A iniciativa foi apresentada pelo 18º Comando Médico do Teatro de Operações. Durante a demonstração, houve a apresentação de uma estrutura de atendimento cirúrgico avançado e de um modelo canino de alta fidelidade para treinamentos veterinários.

O projeto sustenta que os primeiros procedimentos de triagem em cães e humanos obedecem aos mesmos princípios. O capitão John Hutchison explicou que as diferenças são principalmente anatômicas, com equipamentos e medicamentos iguais, ajustando apenas as dosagens.

A integração entre veterinários e médicos militares foi fortalecida pela necessidade de enfrentar logística complexa em guerras amplas. Hutchison afirma que o treinamento conjunto aumenta a sobrevivência e preserva efetivos.

A tenente-coronel Lauren Hamlin, comandante da Atividade de Prontidão Veterinária do Havaí, ressaltou que veterinários trazem experiência em cirurgia, anestesia, trauma, emergências e saúde pública. O treinamento conjunto favorece habilidades mútuas em triagem, suporte cirúrgico e evacuação.

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