- Abelardo De La Espriella ficou com 43,74% dos votos no primeiro turno, em relação a 40,9% de Ivan Cepeda; o segundo turno será em 21 de junho.
- Líderes de direita da região, como Javier Milei, María Corina Machado, José Manuel Kast e Daniel Noboa, parabenizaram De La Espriella pela vitória no primeiro turno.
- Cepeda foi apoiado pelo presidente Gustavo Petro, que questionou a contagem preliminar e pediu confirmação das comissões responsáveis pelo escrutínio.
- Petro afirmou que algoritmos usados na apuração teriam sido alterados três vezes na última semana, incluindo a inclusão de 800 mil fichas de eleitores não cadastrados.
- A pauta envolve a defesa de uma Colômbia mais livre e com foco em redução do tamanho do Estado, conforme propostas de De La Espriella.
Líderes de direita da América Latina parabenizaram Abelardo De La Espriella pela vitória no primeiro turno da eleição presidencial colombiana, com 43,74% dos votos. O candidato enfrentará no segundo turno Ivan Cepeda, atual favorito da esquerda, que soma 40,9%. A votação ocorreu no domingo, em todo o território colombiano.
De La Espriella, advogado e empresário, lidera o ranking de votos, à frente de Cepeda. O segundo turno está marcado para 21 de junho. O resultado ainda depende da apuração final das juntas eleitorais do país.
Reações internacionais e políticas
Após o resultado, o presidente argentino, Javier Milei, parabenizou De La Espriella nas redes sociais e reforçou a ideia de retorno de uma agenda de defesa da vida, da liberdade e da propriedade. Milei elogiou o que chamou de jornada exemplar.
O presidente chileno empossado, José Manuel Kast, também manifestou apoio, destacando que uma Colômbia mais livre e segura é positiva para a região. A líder venezuelana Maria Corina Machado enviou votos de sucesso ao candidato.
O presidente equatoriano, Daniel Noboa, desejou sucesso no segundo turno, ressaltando a necessidade de uma mudança real para o povo colombiano.
Controvérsias na apuração
Cepeda e o presidente Gustavo Petro questionaram a contagem preliminar, pedindo cautela até as comissões independentes validarem os números. Petro afirmou que houve alterações no software de apuração e alegou inclusão de 800 mil fichas de inscrição eleitoral não contempladas no censo.
Segundo Petro, houve mudanças em algoritmos de uma empresa envolvida no processo, o que, segundo ele, impactou o registro de eleitores. As alegações não foram comprovadas de forma independente até o momento.
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