- A polícia da Nigéria pediu que não haja retaliações contra sul-africanos, após protestos anti-imigrantes na África do Sul.
- Autoridades destacaram que não houve relatos de ataques contra nigerianos, mesmo assim houve reunião de chefes de segurança e inteligência.
- A polícia Nigeriana informou que medidas de segurança adicionais foram adotadas em embaixadas, infraestrutura e locais sensíveis.
- O governo sul-africano condenou atos criminais contra estrangeiros; protestos em Joanesburgo e outras cidades pressionam por fiscalização de imigração.
- Grupos que organizam os protestos na África do Sul deram prazo até 30 de junho para saída de migrantes indocumentados; crises anteriores já geraram tensões com a Nigéria.
A polícia da Nigéria emitiu um alerta contra represálias a cidadãos ou empresas sul-africanas, após protestos anti-imigrantes na África do Sul. O aviso foi feito após uma reunião de chefias de segurança.
As autoridades nigerianas pediram que a população não aja por conta própria e não ataque sul-africanos, mesmo diante de relatos de ataques contra nigerianos na África do Sul. Não houve confirmação de ataques.
Aguarda-se que a segurança seja reforçada em missões diplomáticas, infraestrutura crítica e locais sensíveis para evitar incidentes. A mensagem central é de proteção às vidas, sem violência.
Contexto regional
Protestos na África do Sul têm pressionado pela atuação mais firme contra migrantes irregulares, com várias nações africanas orientando seus cidadãos a permanecerem atentos a riscos e avisos locais.
Grupo organizador dos protestos chama-se March and March e tem pedido a saída de migrantes irregulares até 30 de junho, em meio a acusações de pressão sobre serviços públicos.
Histórico recente mostra tensões diplomáticas entre África do Sul e Nigéria, com relatos passados de violência xenófoba e vandalismo contra negócios sul-africanos nigerianos.
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