- Um morador de Nairobi, Peter Shiundu, ficou sem casa após ser despejado de uma das áreas históricas da cidade.
- Ele agora vive em uma cabana improvisada de chapas de ferro, amarradas com tiras para formar abrigo.
- Ele faz parte de milhares de quenianos expulsos de seus imóveis por máquinas da prefeitura.
- O despejo acontece no contexto do movimento do governo para reformar as cidades, demolindo bairros de baixa altura para construir habitação acessível em vários andares.
- Não há um plano divulgado pelo governo para realocar os moradores afetados.
O programa de habitação acessível do Kenia está causando despejos em massa. Moradores de bairros históricos são demolidos para abrir espaço a edifícios de múltiplos andares. A gestão pública não apresenta planos de realocação para as famílias retiradas.
Peter Shiundu, de 40 anos, viu sua vida mudar da noite para o dia. Ele morava em uma das casas alugadas em Nairobi e acordou sem lar. Hoje, ele vive em uma cabana improvisada, feita de chapas de zinco, amarradas com fita e cordas para formar abrigo.
A ação ocorre no contexto do esforço do governo para reformar as cidades, com foco em construções de habitação barata em áreas centrais. A decisão envolve o uso de escavadeiras para derrubar estruturas antigas. A população afetada afirma não ter informações sobre relocation.
Contexto do programa
Especialistas apontam que o objetivo é ampliar opções de moradia acessível, mas críticos destacam falhas no planejamento de realocação. Organizações locais registram milhares de desalojados em Nairobi e arredores, sem estimativa oficial de número de pessoas desabrigadas.
Desdobramentos para moradores
Confrontos entre moradores e autoridades têm sido relatados em alguns bairros. Autoridades afirmam que as demolidades buscam modernizar a infraestrutura urbana e reduzir a carência habitacional. Indivíduos afetados solicitam atendimento, moradias temporárias e compensação justa.
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