- A Rússia proibiu exportar combustível para jatos até o fim de novembro para evitar faltas internas, após intensificação de ataques a refinarias pela Ucrânia.
- A medida deve ter pouco impacto nos mercados internacionais de combustível.
- Os ataques de drones às refinarias fizeram a taxa de processamento de petróleo cru russos cair para o menor nível em mais de dezesseis anos.
- A Ucrânia mira ativos de energia russos, incluindo portos e gasodutos, para reduzir recursos financeiros do Kremlin.
O governo russo proibiu as exportações de combustível para jatos até o final de novembro, com o objetivo de evitar desabastecimentos interno. A medida ocorre após ataques ucranianos intensificarem o fogo nas refinarias russas.
A decisão, segundo fontes oficiais, deve ter impacto limitado nos mercados internacionais de combustível. A Rússia busca manter o abastecimento doméstico diante de uma redução na atividade de processamento de crude.
Ataques com drones em refinarias pressionaram a taxa de processamento de petróleo bruto da Rússia a seu menor nível em mais de 16 anos. Em resposta, Kiev tem direcionado ataques a ativos energéticos, incluindo portos marítimos e oleodutos, para pressionar o Kremlin.
Contexto
- O ataque a ativos energéticos na região de Krasnodar e outras refinarias, relatado pela imprensa, intensifica a pressão sobre a supply chain doméstica.
- As autoridades russas sinalizam que a medida de exportação visa estabilizar preços e disponibilidade de combustível no mercado interno, sem detalhar impactos específicos.
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