- Agostina Vega, de 14 anos, desapareceu em Córdoba na noite de 23 de maio e foi encontrada morta no dia 30 de maio em um terreno baldio na periferia da cidade.
- O principal suspeito é Claudio Barrelier, 33, ex-companheiro da mãe da vítima, preso pela polícia por feminicídio.
- A última pessoa que viu Agostina foi o taxista Ariel, que a levou até o encontro com Barrelier; câmeras de segurança registraram a entrada da adolescente na residência do suspeito.
- O corpo foi localizado em Ampliación Ferreyra, com indícios de esquartejamento; a operação envolveu mais de doiscentos policiais, cães, helicópteros e drones.
- A investigação continua sem outros acusados até o momento; houve manifestações de apoio e cobrança por justiça em Córdoba e em todo o país.
O caso de Agostina Vega, adolescente de 14 anos, ganhou notoriedade em Córdoba, Argentina. Desaparecida na noite de 23 de maio, a jovem foi localizada sem vida no último sábado, 30 de maio, em um terreno baldio na periferia da cidade. A investigação aponta como principal suspeito o namorado da mãe da vítima.
A partir de imagens de câmeras de segurança e depoimentos, a polícia identificou Claudio Barrelier, de 33 anos, ex-companheiro da mãe de Agostina, como suspeito central do caso. A Justiça mantém o foco na linha de investigação que envolve a residência dele e o deslocamento do veículo usado no crime.
Segundo a família, Agostina estava com o irmão de 7 anos na noite do desaparecimento. A mãe, Melisa Heredia, relatou aos veículos de imprensa que a menina havia ido buscar empanadas com o irmão antes de sumir, e tentou contato por telefone sem sucesso.
O último registro de atuação da vítima ocorreu com o taxista Ariel, que a levou até o cruzamento onde Barrellier foi visto pela última vez. O motorista descreveu que Agostina informou ter um encontro com o namorado da mãe para uma surpresa, antes de chegar ao local indicado.
Imagens de segurança teriam mostrado Agostina entrando na casa de Barrelier na noite do sumiço. A equipe de buscas reuniu provas no imóvel, e a investigação ganhou fôlego com a identificação do veículo Ford Ka ligado ao suspeito.
O corpo de Agostina foi encontrado em Ampliación Ferreyra, em uma propriedade de aproximadamente 240 hectares. A perícia indicou que a menina foi esquartejada, com as partes do corpo enterradas em pontos distintos do terreno. A operação contou com mais de 200 policiais, cães, helicópteros e drones.
A polícia informou que o homicídio ocorreu entre 23h30 de 23 de maio e 1h ou 2h de 24 de maio. O promotor Raúl Garzón afirmou que ainda não há conclusão sobre motivação e que outras pessoas poderão ser investigadas conforme o avanço das provas. O secretário de Segurança, Juan Pablo Quintero, ressaltou a importância de seguir pistas sem prejudicar a investigação.
Após a prisão de Barrelier, relatos indicaram que ele apresentou comportamento de risco dentro do complexo penitenciário. A mãe da vítima e familiares seguem o luto, enquanto autoridades reforçam o comprometimento com a apuração detalhada dos fatos.
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