- A Rússia bombardearam cidades ucranianas com centenas de drones e dezenas de mísseis na madrugada de terça, deixando ao menos 18 mortos e mais de 100 feridos.
- Kiev e Dnipro foram atingidas; foi o terceiro ataque pesado a Kiev em menos de um mês.
- Zelenskiy afirmou que foram 73 mísseis e mais de 600 drones, e pediu aos EUA interceptores de mísseis Patriot adicionais.
- O Kremlin disse que a guerra entrou em um “novo paradigma” e qualificou os atos ucranianos como terrorismo, recomendando que estrangeiros deixassem Kiev.
- Autoridades internacionais reiteraram pedidos de apoio militar e sanções mais duras para pressionar Moscou, enquanto o conflito continua.
A Rússia lançou na madrugada de terça-feira um ataque massivo contra cidades da Ucrânia, usando centenas de drones e dezenas de mísseis. Kiev, Dnipro e outras áreas foram atingidas, resultando em pelo menos 18 mortos e mais de 100 feridos, segundo autoridades locais. O episódio marca o terceiro ataque pesado a Kiev em menos de um mês.
O ataque ocorreu após avisos russos de ataques sistemáticos à capital, em resposta a eventos anteriores na região de Luhansk, controlada pela Rússia. Kiev aponta que as operações continuam apesar das tentativas de pressões internacionais para cessar hostilidades.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, descreveu a ofensiva como de grande escala e pediu aos Estados Unidos mais interceptores de mísseis Patriot para recompor estoques de defesa. O Kremlin afirmou que a guerra entrou em um “novo paradigma” e chamou os ataques ucranianos de atos terroristas contra civis.
Desdobramentos e reações internacionais
O ministro das Relações Exteriores ucraniano, Andrii Sybiha, pediu apoio concreto dos parceiros para pressionar Moscou, incluindo sanções mais severas e maior assistência militar. As negociações internacionais sobre a guerra estão em impasse, com quedas de expectativa sobre avanços substantivos.
A ofensiva ocorre em meio a uma escalada de confrontos entre Rússia e Ucrânia desde 2022. Autoridades ukrainas destacam que civis têm sido atingidos e que ambos os lados negam alvos civis com violentos ataques em áreas controladas ou disputadas.
Entre na conversa da comunidade