- EUA e Irã trocaram ataques com mísseis e drones, aumentando a dificuldade de avançar em um novo cessar-fogo.
- Forças americanas lançaram um míssil Hellfire para impedir um petroleiro que tentava furar o bloqueio no estreito de Hormuz; admitiram ter repelido represálias e atacado locais na Ilha Qeshm.
- O Irã afirmou ter atingido a sede da Quinta Frota dos EUA no Bahrein com mísseis e drones em retaliação, porém o Comando Central dos EUA contestou a versão iraniana.
- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que um acordo com Teerã estaria próximo, alegando que o regime aceitou negociar parte de seu programa nuclear.
- O governo federal encerrou o fundo secreto de 1,8 bilhões de dólares para aliados de Trump, mantendo acordo que proíbe auditoria pela Receita Federal.
A troca de ataques entre EUA e Irã se intensificou, dificultando os esforços de Washington para um novo cessar-fogo em Teerã. Na terça-feira, forças americanas atiraram um míssil Hellfire para desativar um cargueiro que tentava furar o bloqueio americano no estreito de Hormuz. Em seguida, os EUA disseram ter repelido ataques de retaliação iranianos na região e atacado alvos na Ilha Qeshm.
O Irã, por meio do Corpo das Guardas da Revolução Islâmica (IRGC), afirmou ter atingido a sede da Quinta Frota dos EUA, em Bahrein, com mísseis e drones, em resposta ao ataque a Qeshm. A versão dos EUA, no entanto, foi negada pelo Comando Central (Centcom).
As trocas ocorrem em meio a avançadas declarações do secretário de Estado, Marco Rubio, que, pela primeira vez desde o início das ações entre EUA e Israel contra o Irã, afirmou que um acordo estaria ao alcance e que o regime concordaria em negociar aspectos do programa nuclear que recusava discutir recentemente.
Contexto diplomático e militar
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, disse que o cessar-fogo abrange todas as frentes, inclusive no Líbano, e responsabilizou EUA e Israel por violações caso haja falhas. O relato reforça a percepção de que não houve progresso político suficiente para reduzir a escalada regional.
Congresso e escolhas políticas nos EUA
Além das ações no Oriente Médio, o governo americano revisa estratégias internas, com decisões sobre financiamento e supervisão de operações ligadas ao setor de energia e à defesa. A administração também move peças em cargos estratégicos da área de segurança nacional.
Outros desdobramentos registrados
Entre os destaques, o governo federal sinaliza o fim de um fundo secreto de 1,8 bilhão de dólares para aliados de Trump, mantendo acordo que impede auditorias do IRS a Trump, sua família e entidades associadas. Em contrapartida, o Pentágono nomeou um condenado pelo ataque de 6 de janeiro para uma função sensível de cibersegurança.
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