- Mauro Vieira estará na quarta-feira em evento da OCDE, em Paris, com o embaixador Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos.
- A cobrança de 25% sobre exportações brasileiras aos EUA pode entrar em vigor em 15 de julho, com audiência pública para a iniciativa privada marcada para 6 de julho.
- O vice‑presidente disse que o diálogo com os EUA será permanente para tentar reverter a tarifa proposta pelo USTR.
- Alckmin afirmou que o Pix é patrimônio do povo brasileiro e que o governo está aberto a big techs, defendendo tratamento equitativo entre empresas estrangeiras e brasileiras.
- O governo destacou avanços contra a corrupção (trinta dispositivos legais nos últimos vinte anos) e afirmou que a balança comercial é amplamente favorável aos Estados Unidos; reforçou a necessidade de manter o diálogo para evitar o tarifaço.
Mauro Vieira participará, nesta quarta, de evento da OCDE em Paris ao lado do embaixador Jamieson Greer, representante comercial dos EUA (USTR). A presença foi anunciada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.
Segundo Alckmin, o encontro ocorre em meio a uma disputa sobre uma tarifa de 25% às exportações brasileiras. Se não houver ajustes, a cobrança pode entrar em vigor em 15 de julho.
O governo brasileiro acompanha o processo de consulta pública, com audiência prevista para 6 de julho para ouvir a iniciativa privada norte-americana. O diálogo com Washington é visto como permanente por Brasília.
Contexto e desdobramentos
Alckmin afirmou que o Pix é patrimônio do povo brasileiro e que o governo busca tratamento eqüitativo entre empresas estrangeiras e nacionais, sem custos adicionais para operações nacionais.
Sobre combate à corrupção, o vice-presidente destacou que o Brasil aprovou 30 dispositivos legais nas últimas duas décadas para fortalecer o arcabouço jurídico. A balança comercial com os EUA é apontada como amplamente favorável ao parceiro.
Alckmin disse ainda que o governo não pretende ceder diante de pressões e que qualquer tarifa deverá passar por diálogo institucional. Ele solicitou evitar interpretações unilaterais que possam prejudicar o país.
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