- Henry Nowak foi esfaqueado em Southampton e morreu após ser algemado pela polícia; o agressor, Vickrum Digwa, foi condenado à prisão perpétua por mentir para as autoridades ao alegar um ataque racista envolvendo Nowak.
- Imagens da câmera corporal revelam Nowak dizendo que foi esfaqueado e que não conseguia respirar, enquanto a polícia questiona a veracidade dessas afirmações.
- Digwa alegou que o turbante dele foi arrancado e que tinha um ferimento no olho; a família de Nowak classificou o tratamento como desumano, e o pai afirmou que a morte não deve ser usada para aumentar a divisão.
- O caso reacende tensões raciais no país; Nigel Farage criticou a percepção de que direitos de minorias sobreponham os dos britânicos brancos, e protestos foram anunciados em Southampton.
- A polícia de Hampshire pediu desculpas e está sob investigação do Escritório Independente de Conduta Policial; a comissária Donna Jones disse que as imagens levantam preocupações e que o inquérito divulgará as conclusões em breve.
Henry Nowak, 18, morreu em Southampton, sul da Inglaterra, após ser algemado enquanto recebia atendimento por ferimentos de faca. O caso envolve o homem que o esfaqueou, que alegou ter sido vítima de um ataque racista para encobrir o crime.
Digwa, 23, homem de etnia sikha, foi condenado à prisão perpétua por mentir à polícia na época. Segundo a acusação, ele afirmou ter sofrido agressão de Nowak para justificar o ataque.
Imagens da câmera corporal mostram Nowak no chão, dizendo estar ferido e com dificuldade para respirar, enquanto um policial reage de maneira contrária. As cenas provocaram críticas à atuação policial.
O tribunal ouviu que a arma usada pertence a Digwa, que alegou portar a faca sob isenções religiosas. A família de Nowak descreveu o tratamento recebido como desumano, enquanto o pai do jovem pediu que a morte não seja usada para dividir ainda mais a sociedade.
Protestos estão programados em Southampton e outras cidades, com apoio de grupos que acompanham o caso. O juiz William Mousley reconheceu que o crime acirrou tensões raciais no país.
A polícia de Hampshire já pediu desculpas, e o Caso é alvo de investigação pelo Escritório Independente de Conduta Policial. A comissária Donna Jones afirmou que as informações iniciais são preocupantes e que a apuração segue sem atraso.
Entre dirigentes, o ministro do Gabinete, Nick Thomas-Symonds, classificou as imagens como chocantes, ressaltando a necessidade de apuração completa e transparente. O tema acendeu debate sobre responsabilização policial e direitos de minorias.
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