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Trump assina decreto para acesso antecipado a novas IA

Trump assina ordem executiva com framework voluntário de revisão de IA, permitindo ao governo avaliar modelos antes do lançamento público

Donald Trump at the White House on 27 May.
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  • Donald Trump assinou uma ordem executiva para criar um quadro voluntário de avaliação de novos modelos de IA pelo governo, antes de serem lançados ao público.
  • O objetivo é permitir que o governo revise, voluntariamente, modelos de IA até 30 dias antes do lançamento público, visando fortalecer a segurança nacional e cibersegurança.
  • A ordem não impõe revisões obrigatórias às empresas, mantendo o regime voluntário, conforme criticado por alguns apoiadores mais conservadores.
  • Agências como a Agência de Segurança Nacional (NSA) e o Departamento de Defesa ajudarão a definir quais modelos precisam de escrutínio governamental, com a participação do Tesouro para identificar vulnerabilidades.
  • O governo já mantém acordos semelhantes com empresas como OpenAI e Anthropic, e a medida é apresentada como parte de um esforço contínuo para regulamentar a IA sem prejudicar a inovação.

Donald Trump assinou uma ordem executiva para criar um quadro voluntário de supervisão de IA nos EUA. O objetivo é permitir que o governo avalie modelos poderosos antes de serem lançados publicamente. A medida busca reduzir riscos de segurança cibernética e nacional.

A ordem não impõe revisões obrigatórias às empresas de tecnologia. Empresas podem compartilhar seus modelos com o governo até 30 dias antes do lançamento. A Casa Branca afirma que o objetivo é aperfeiçoar a segurança nacional.

O novo conjunto de regras envolve agências como NSA, DoD e o Tesouro na definição de quais modelos demandam escrutínio. O texto confirma que o governo contratará mais profissionais de cibersegurança e IA para proteger infraestrutura crítica.

O acordo já envolve parcerias com grandes players. Em maio, houve um acordo para revisar modelos futuros com Google, Microsoft DeepMind e xAI, segundo relatos. CAISI já mantém acordos com OpenAI e Anthropic.

Instituições federais destacam que a prática de compartilhamento de informações com o setor privado já ocorre, e consideram essencial para a segurança. Alguns defensores de liberdades digitais questionam riscos de censura se o controle for excessivo.

A medida surge em meio a temores sobre modelos com capacidades avançadas de cybersecurity. Analistas ressaltam que intervenções do governo podem frear vulnerabilidades, mas também geram debates sobre governança.

Entre as ações complementares, o governo pretende ampliar a atuação de agências reguladoras e reforçar a proteção de setores críticos como saúde e finanças. O objetivo é reduzir brechas exploráveis por ameaças cibernéticas.

O que muda na prática

  • Empresas têm prazo de até 30 dias para enviar modelos a revisões governamentais.
  • Agências vão definir critérios de elegibilidade para avaliação de IA.
  • Ações incluem fortalecimento de equipes de cibersegurança e melhoria de infraestrutura.

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