- Donald Trump publicou, nesta terça-feira, 2 de junho de 2026, uma foto ao lado de Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca.
- A postagem ocorre após os EUA proporem uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.
- Nas imagens, aparece também o irmão de Flávio, Eduardo Bolsonaro.
- A proposta foi anunciada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, com consulta pública prevista para julho e possível início de cobrança a partir de 15 de julho.
- Entre os motivos listados pelos EUA estão comércio digital, Pix, acesso ao mercado brasileiro de etanol, proteção à propriedade intelectual e combate ao desmatamento; cafés, carnes, sucos de laranja, aeronaves e peças ficam de fora.
Donald Trump publicou uma foto ao lado de Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca, em Washington D.C., nesta terça-feira, 2. O encontro ocorre após o governo dos EUA propor uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, anunciado na noite de segunda-feira.
O registro mostra ainda a presença de Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, que também participou do encontro. A reunião ocorre num momento de tensão entre Brasil e EUA, em meio à proposta de taxação de itens importados.
A Administração Biden sustenta que a medida pode afetar áreas como comércio digital, serviços de pagamento eletrônico (incluindo o Pix), acesso ao mercado brasileiro de etanol, proteção à propriedade intelectual e combate ao desmatamento ilegal. A proposta é fruto de uma investigação iniciada em 2025 sobre práticas comerciais brasileiras.
Antes de entrar em vigor, a tarifa passará por consulta pública e audiência marcada para julho. Se aprovada, pode vigorar a partir de 15 de julho, conforme o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR).
Lula da Silva criticou a postura dos EUA e responsabilizou a família Bolsonaro pela taxação. Flávio está nos EUA desde a semana passada, onde também participou de encontros com Trump e apoiadores, segundo informações da imprensa.
Entre os itens de exportação brasileira que não seriam atingidos pela tarifa estão café, carne bovina, suco de laranja, aeronaves e peças aeronáuticas, conforme anúncio dos EUA. O impacto exato sobre o comércio brasileiro ainda depende de consultas e da eventual aprovação final.
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