- O presidente Donald Trump nomeou Bill Pulte, aliado político, como diretor interino de Inteligência Nacional dos EUA.
- Pulte, de 38 anos, não tem experiência em segurança nacional; permanecerá como diretor da Federal Housing Finance Agency e presidente das agências Fannie Mae e Freddie Mac.
- Trump afirmou que Pulte tem ampla experiência em administrar assuntos sensíveis, segurança e mercados, citando mais de US$ 10 trilhões sob gestão na Fannie Mae e Freddie Mac.
- Tulsi Gabbard, a primeira diretora de Inteligência Nacional, deixou o cargo em maio, segundo a Reuters, após atritos com a Casa Branca; Gabbard disse que renunciou devido ao diagnóstico de câncer do marido.
- A comunidade de inteligência dos Estados Unidos envolve 18 agências, com o posto ganhando importância diante de tensões com o Irã, tentativas de ataques a autoridades federais e possíveis envolvimentos na América do Sul.
Donald Trump nomeou nesta terça-feira (2) Bill Pulte, aliado político, como diretor interino de Inteligência Nacional dos EUA. O anúncio envolve a liderança da comunidade de inteligência, que soma 18 agências, incluindo CIA e NSA.
Pulte atua hoje como regulador federal do setor habitacional, à frente da FHFA. Ele também ocupa a presidência de Fannie Mae e Freddie Mac, ambas apoiadas pelo governo. O posto é interino, com decisão sujeita a confirmação.
O cargo de Diretor de Inteligência Nacional ganhou relevância recente com tensões internacionais e tentativas de ataques contra autoridades dos EUA. Tulsi Gabbard, a primeira a ocupar o posto, deixou o cargo em maio, segundo a imprensa.
Trump afirmou, em publicação na Truth Social, que Pulte mantém suas funções na FHFA e nas entidades hipotecárias. O presidente ressaltou a experiência de Pulte em gestão de assuntos sensíveis, mercados e segurança.
A comunidade de inteligência americana inclui agências como CIA e NSA, responsáveis por coletar informações e monitorar ameaças. A mudança ocorre em meio a debates sobre gestão e prioridades estratégicas do país.
A nomeação ocorre diante de um momento de atuação conjunta entre órgãos de segurança. Analistas destacam que o titular interino deverá lidar com políticas de inteligência interna e externa, sem confirmação formal ainda.
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