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53,1% aprovam a classificação de PCC e CV como terroristas pelos EUA

AtlasIntel: 53,1% aprovam a classificação do PCC e do CV como terroristas pelos EUA; 47,7% veem risco à soberania

Para 26,8% das pessoas, a classificação vai melhorar a segurança pública brasileira
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  • 53,1% dos brasileiros aprovam a decisão dos EUA de classificar o PCC e o CV como organizações terroristas; 44,7% discordam e 2,2% não souberam responder.
  • A AtlasIntel ouviu 1.273 pessoas entre 30 de maio e 3 de junho; a margem de erro é de três pontos percentuais, com confiança de 95%.
  • Sobre soberania, 47,7% veem risco com a classificação e 49,4% dizem que ela agride a soberania nacional.
  • Em relação ao impacto, 44,7% consideram a medida necessária para enfrentar as facções; 29,6% dizem que não terá impacto relevante.
  • Quanto à segurança pública, 26,8% projetam melhoria significativa; 17,2% preveem piora significativa; 17,1% pequena melhoria e 6,2% pequena piora.

Foi divulgado pela AtlasIntel o resultado de uma pesquisa que avalia a reação de brasileiros à classificação, pelos EUA, do PCC e do CV como organizações terroristas. O estudo foi apresentado nesta quarta-feira, 3 de junho de 2025, com metodologia de recrutamento digital aleatório. Foram entrevistadas 1.273 pessoas entre 30 de maio e 3 de junho, com margem de erro de três pontos percentuais e confiabilidade de 95%.

Entre os respondentes, 53,1% apoiam a decisão dos Estados Unidos. Já 44,7% rejeitam a classificação e 2,2% não souberam responder. O levantamento também aponta impactos percebidos sobre soberania nacional e segurança pública.

Aproximadamente metade avalia que a medida representa risco ou ameaça à soberania brasileira. Enquanto 49,4% consideram que a classificação agride a soberania, 47,7% veem potencial risco. Sobre efeitos práticos, 44,7% acreditam que é necessária para enfrentar facções criminosas, e 29,6% aguardam impacto relevante no Brasil.

Quando questionados sobre consequências para a segurança pública, 26,8% dos entrevistados entendem que a classificação pode melhorar significativamente a segurança, 17,2% preveem piora significativa e 17,1% aguardam pequena melhora. Outros 3,1% não souberam responder.

Em linhas gerais, 49,7% dos participantes afirmam que a decisão não agride a soberania nacional, enquanto 47,7% veem impacto negativo. Uma parcela de 7,3% considera a classificação meramente simbólica, e 29,6% acredita que o efeito no Brasil não será relevante. Fonte: AtlasIntel.

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