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Ataque iraniano no Kuwait deixa 1 morto e 63 feridos

Drones atingem o aeroporto internacional do Kuwait, deixando 1 morto e 63 feridos; Guarda Revolucionária Iraniana reivindica autoria como retaliação aos EUA

Aeroporto do Kuwait depois do ataque iraniano | Reprodução/X: @emilykschrader - 3.jun.2026
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  • Ataque com drones atingiu o aeroporto internacional do Kuwait nesta quarta-feira, 3 de junho de 2026, deixando 1 morto e 63 feridos.
  • A Guarda Revolucionária do Irã reivindicou a autoria, afirmando que foi retaliação a operações dos Estados Unidos.
  • O terminal de passageiros foi atingido; o Terminal 1 sofreu danos severos e voos da Kuwait Airways foram remanejados para o Terminal 4.
  • O Ministério da Saúde do Kuwait informou que sete feridos precisaram de cirurgias de emergência.
  • Além do Kuwait, o Irã lançou mísseis contra o Bahrein; parte dos projéteis foi interceptada e a região segue sob tensão, com avanços em um possível acordo provisório sobre o estreito de Ormuz ainda não assinado.

O Aeroporto Internacional do Kuwait foi alvo de drones nesta quarta-feira, 3 de junho de 2026, resultando em 1 morto e 63 feridos. A Guarda Revolucionária Iraniana reivindicou a autoria, alegando retaliação a ações dos EUA contra um petroleiro iraniano e contra a ilha de Qeshm. O ataque atingiu o terminal de passageiros, segundo as autoridades locais.

O Terminal 1 sofreu danos severos, conforme a Kuwait News Agency. Voos da Kuwait Airways foram remanejados para o Terminal 4. O Ministério da Saúde do Kuwait informou que 7 feridos passaram por cirurgias de emergência.

A região também registrou ataques do Irã contra o Bahrein, com mira na sede da 5ª Frota dos EUA e em uma base aérea local. Forças do país e dos EUA reportaram interceptação de mísseis e derrubada de drones que visavam navios civis na área.

Contexto regional

Conflitos no Golfo começaram em 28 de fevereiro. Mesmo com cessar-fogo acordado em abril, ataques sobre a região persistem. Os Estados Unidos pressionam pela reabertura total do Estreito de Ormuz, corredor estratégico que já foi responsável por cerca de 20% das remessas mundiais de petróleo e gás natural liquefeito.

Tanto EUA quanto Irã sinalizaram progresso para um acordo provisório na semana anterior, porém o termo ainda não foi assinado.

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